O CRIME DE TRAIÇÃO À PÁTRIA:

O CRIME DE TRAIÇÃO À PÁTRIA:

O Art.º-141.º Do Código Penal é simples e claro: "Será condenado na pena de prisão maior de vinte a vinte e quatro anos, todo o português que: 1.º intentar, por qualquer meio violento ou fraudulento ou com auxílio estrangeiro, separar da mãe-Pátria ou entregar a país estrangeiro todo ou parte do território português, ou por qualquer desses meios ofender ou puser em perigo a independência do País. 2.º Tomar armas, debaixo das bandeiras de uma nação estrangeira, contra a Pátria". Simples e claro como o juízo do nosso povo, quanto à forma como a Pátria foi mutilada.

¡ QUANDO O CRIME É APTIDÃO !

"UM EXÉRCITO DE CARNEIROS DIRIGIDO POR UM CHACAL, É MAIS TEMÍVEL, QUE UM EXÉRCITO DE LEÕES DIRIGIDO POR UM CERVO".


Telegramas do almirante-Vermelho Rosa Coutinho enviados de Angola para a Presidência da República. Onde é manifesta a decisão da entrega de Angola ao MPLA comunista.


"AS FALHAS E DEFEITOS DA MENTE PROPENSAS AO CRIME, SÃO FERIDAS INFECTAS E VISCEROSAS, AINDA QUE A MEDICINA TENTE TODOS OS TRATAMENTOS PARA CURÁ-LAS, FICARÃO COMO CICATRIZ".

CARTA DE ROSA COUTINHO O "ALMIRANTE VERMELHO", CO-AUTOR DO GENOCÍDIO EM ANGOLA.

República Portuguesa
Estado de Angola
Repartição de Gabinete do Governo-Geral
Luanda, aos 22 de Dezembro de 1974
Camarada Agostinho Neto,


A FNLA e a UNITA insistem na minha substituição por um reaccionário que lhes apare o jogo, o que a concretizar-se seria o desmoronamento do que arquitectamos no sentido de entregar ùnicamente ao MPLA.
Apoiam-se aqueles movimentos fantoches em brancos que pretendem perpetuar e execrando colonialismo e imperialismo português – o tal da Fé e do Império, o que é mesmo que dizer do Bafio da Sacristia e da Exploração do Papa e dos Plutocratas. Pretendem essas forças imperialistas contrariar os nossos acordos secretos de Praga, que o Camarada Cunhal assinou em nome do PCP, afim de que sob a égide do glorioso PC da URSS possamos estender o comunismo de Tânger ao Cabo e de Lisboa a Washington.
A implantação do MPLA em Angola é vital para apearmos o canalha Mobutu, lacaio do imperialismo e nos apoderarmos da plataforma do Zaire. Após a última reunião secreta que tivémos com os camaradas do PCP, resolvemos aconselhar-vos a dar execução imediata à segunda fase do plano. Não dizia ?Fanon? que o complexo de inferioridade só se vence matando o colonizador? Camarada Agostinho Neto, dá, por isso, instruções secretas aos militantes do MPLA para aterrorizarem por todos os meios os brancos, matando, pilhando e incendiando, afim de provocar a sua debanda de Angola. Sede cruéis sobretudo com as crianças, as mulheres e os velhos, para desanimar os mais corajosos. Tão arreigados estão à Terra esses cães exploradores brancos que só o terror os fará fugir. O FNLA e a UNITA, deixarão assim de contar com o apoio dos brancos, de seus capitais e de sua experiência militar.
Desenraizem-nos de tal maneira que com a queda dos brancos se arruine toda a estrutura capitalista e se possa instaurar a nova sociedade socialista ou pelo menos se dificulte a reconstrução daquela.
Saudações revolucionárias
A Vitória é certa
António Alva Rosa Coutinho
Vice-Almirante



Portuguese Republic
State of Angola
Division of the Office of the General Government
Luanda, December 22, 1974
Comrade Agostinho Neto,
The FNLA and UNITA insist on my replacement by a reactionary that they trim the play, which is to be achieved would be the collapse of that we devise to deliver solely to the MPLA.
They were based on those movements in white puppets who want to perpetuate and decrying Portuguese colonialism and imperialism – as the Faith and the Empire, which is to say the mold of the Vestry and of the Exploitation of the Pope and the plutocrats.
They want these imperialist forces thwart our secret agreements Prague that Comrade Cunhal signed on behalf of the PCP, so that under the aegis of the glorious Party of the USSR communism can extend to the Cape of Tangier and Lisbon to Washington.
The implementation of the MPLA in Angola is vital for the bastard apearmos Mobutu, lackey of imperialism and of platform, Seizing Zaire.
After the last secret meeting we had with the comrades of the PCP, we decided to advise you to implement immediately the second phase of the plan. Not say? Fanon? that the inferiority complex we can only win by killing the colonizer? Comrade Agostinho Neto, gives therefore secret instructions to MPLA militants to terrorize by all means whites, killing, looting and burning, in order to cause their stampede of Angola. Headquarters cruel especially children, women and children, to discourage the bravest. So entrenched are these dogs to Earth explorers white terror that only make them flee. The FNLA and UNITA, thus no longer count on the support of whites, their capital and their military experience.
Rooting ourselves in such a way that with the fall of whites ruin the whole capitalist structure and may bring a new socialist society, or at least impede, the rebuilding of that.
Greetings revolutionary
Victory is certain
António Alva Rosa Coutinho
Vice Admiral



Rosa Coutinho,  reconhece a veracidade da assinatura. «Um homem que escreveu uma carta destas é um criminoso assassino». 
Esta carta foi publicada pela primeira vez em inícios de Janeiro de 1975 num Jornal Sul Africano:
Era o tema diário e a voz corrente em Angola, principalmente na sua capital, Luanda.
Coutinho ao ter conhecimento sobre a divulgação pública da referida carta, e quando questionado por jornalistas em conferência de imprensa a 16/01/1975, as suas únicas palavras sobre a mesma foram: "Quero lá saber o que dizem os reaccionários."
Constou-se que a sua imprevista substituição por *Silva Cardoso, esteve na origem do conhecimento público desta carta.



*Silva Cardoso; leitura em: 1975, os comissários MFA e a Agonia de Angola, e no Site "ANGOLA TERRA NOSSA".



ENTREVISTA A UM CANALHA CO-AUTOR DO GENOCÍDIO EM ANGOLA: 
 "SE NECESSÁRIO ATIRAREMOS SOBRE OS PORTUGUESES BRANCOS!"

                  Lisboa,1975: Manifestação em Lisboa dos Refugiados Portugueses de Angola.



"AS FALHAS E DEFEITOS DA MENTE PROPENSAS AO CRIME, SÃO FERIDAS INFECTAS E VISCEROSAS, AINDA QUE A MEDICINA TENTE TODOS OS TRATAMENTOS PARA CURÁ-LAS, FICARÃO COMO CICATRIZ".


Em entrevista a "Der Spiegel": Mário Soares, quando Ministro dos Negócios Estrangeiros português, sobre a "descolonização" em África:
"Se necessário atiraremos sobre os portugueses brancos"

"SP – Sr. Ministro, o Governo Provisório está em vias de conceder a independência às colónias da Guiné-Bissau, Angola e Moçambique. Há portugueses que se interrogam se este Governo de Transição, que não foi eleito pelo povo, mas empossado por um golpe militar, tem legitimidade para tomar uma decisão tão histórica.

MS – Isso nos perguntámos logo a seguir à revolução de 25 de Abril. Ponderamos se a descolonização se deveria fazer apenas após eleições regulares. Mas verificou-se que o problema era candente, que dificuldades e demoras surgiam no processo. E assim convencemo-nos que precisávamos de nos apressar.

SP – Há portugueses que julgam que o Sr. se tenha apressado demais – como em tempos os belgas ao se retirarem do Congo.

MS – Estamos há 3 meses no governo, e entretanto fizemos contactos e progressos, mas não creio que tenhamos sido demasiado apressados. Pelo contrário. A situação em Angola, que nos últimos tempos se tornou explosiva, prova que talvez não tivéssemos andado suficientemente depressa.

SP – Sobre as condições de independência o Sr. negoceia exclusivamente com os movimentos de libertação africanos. Na sua opinião eles são os únicos legítimos representantes das populações nas colónias?

MS – Bem, se quisermos fazer a paz – e nós queremos sem demora a paz – temos que falar com os que nos combatem. Isto não implica uma avaliação política ou ética dos movimentos de libertação, mas resulta da apreciação pragmática de determinada situação. E quem nos combate na Guiné? O PAIGC. Assim temos de falar com o PAIGC. Quem nos combate em Moçambique? A Frelimo. Assim temos de falar com a Frelimo.

SP – E com quem pode o Sr. negociar em Angola onde existem vários movimentos rivais?

MS – Em Angola há dois movimentos de libertação reconhecidos pela OUA – o MPLA e a FNLA. Assim temos de negociar com ambos. Para avaliar qual dos dois é o mais representativo do povo é um problema que os Angolanos e as coligações que no futuro formarão governo terão de resolver mais tarde.

SP – Acredita que esses movimentos e em particular os ainda discutíveis têm suficiente autoridade de impor a solução que vai ser negociada.

MS – Esperamos que sim. Mas o processo de descolonização em Portugal, no formato, não deverá decorrer de modo muito deferente do da Inglaterra e França.

SP – Na Argélia havia um movimento de libertação muito forte, como no Kénia e sem dúvida também na Guiné-Bissau e Moçambique. Mas e em Angola?

MS – Sim, na verdade em Angola a situação é difícil devido às divisões dentro dos movimentos. E nós não podemos alterar aí quase nada. Estamos prontos a falar com cada uma das facções e, dentro das nossas possibilidades, procurar que se unam. Mas não temos muitas ilusões, as nossas possibilidades de intervir aqui são muito limitadas.

SP – Se o processo de descolonização português correr como o inglês ou o francês, na sua opinião qual será a tendência a seguir - como no Kénia que seguiu a via capitalista, ou como a Zâmbia que tenta uma espécie de socialismo africano?

MS – Eu julgo que é sempre perigosa a transposição de modelos estranhos. Mas, de momento, parece-me que a evolução em Moçambique será semelhante à da Zâmbia. Noutras regiões poderá haver outras soluções. Quando falei da semelhança do nosso processo de descolonização com o inglês ou o francês, pensei mais nas linhas gerais – que nós, como potência colonial, como os ingleses e os franceses, devíamos negociar com os movimentos fortes a operar nas colónias.

SP – E o que virá depois das negociações?

MS – Parece-nos importante que as populações sejam consultadas e que, depois do domínio português, não lhes seja imposto outro domínio que poderá não ter a maioria. Gostaríamos que a liberdade da população fosse garantida e assegurada. Mas temos nós, como antiga potência colonial, autoridade bastante para discutir isso? A nós parece-nos isso muito problemático. Por outro lado, o PAIGC e a Frelimo são movimentos de libertação que em anos de luta renhida pela independência ganharam indiscutível autoridade. Eles têm chefes muito qualificados e conscientes das responsabilidades. Com quem mais, a não ser com eles, deveremos negociar?

SP – Sente-se o novo governo português também responsável por aqueles milhares de africanos que, por motivos diversos, colaboraram com o anterior regime?

MS – Certamente que nos sentimos responsáveis por essa parte da população e sobre o seu destino já se falou por diversas vezes nas conversações. No caso concreto da Guiné, onde o processo está mais avançado, tencionamos, por exemplo, repatriar para Portugal os ex-combatentes africanos que o queiram por não se conseguirem integrar na nova República independente.

SP – Quantas pessoas são essas?

MS – Sabemos de cerca de 30 antigos comandos que aos olhos do PAIGC representam um certo perigo. Para estas pessoas temos de encontrar uma solução qualquer – talvez integrá-los nas forças armadas portuguesas ou coisa semelhante.

SP – Acredita que do lado dos movimentos de libertação exista a boa vontade de não exercer represálias contra os colaboradores africanos do antigo regime?

MS – Sim, isso foi-me espontaneamente assegurado, mesmo antes de nós termos levantado o problema. Também nos deram certas garantias, os movimentos de libertação não são racistas. Eles estão conscientes dos imensos problemas que terão de enfrentar e não querem comprometer já a sua vida política com crueldades e actos de vingança.

SP – No entanto, a “Voz da Frelimo” emissora do movimento para Moçambique tem, nas passadas semanas, por diversas vezes apelado aos soldados pretos para desertarem das tropas portuguesas, sob pena de ajuste de contas após a independência.

MS – Uma guerra, infelizmente não é um jogo de cavalheiros nem um concurso hípico com regras éticas fixas. Tais excessos verbais e ameaças são lamentáveis, mas também muito naturais. Na verdade, não sei se essas ameaças foram feitas, mas considero-as possíveis. Mas até agora tivemos na Guiné e em Moçambique – em Angola ainda não – uma impressionante onda de confraternização e tudo tem corrido muito melhor do que seria de esperar depois de 13 anos de guerra.

SP – Muitos brancos nas colónias portuguesas sentem-se traídos por Lisboa. Com razão?

MS – Se acreditou nos slogans do antigo regime – que Angola é nossa e sê-lo-á para sempre, e que não são colónias mas simplesmente províncias ultramarinas – então terá razão em sentir-se traído. Mas, na realidade, a traição é do regime de Salazar e Caetano que quiseram fazer esta gente acreditar que seria possível oferecer resistência ao mundo inteiro e à justiça.

SP – Qual será o futuro destes brancos desiludidos, se, apesar de tudo, quiserem permanecer em África?

MS – Se forem leais para com os novos Estados independentes na cooperação e respeitarem as suas leis, não têm nada a temer. Na Guiné, por exemplo, o próprio movimento de libertação exortou-nos a deixar os nossos técnicos, médicos, engenheiros e agrónomos, porque precisavam deles. É cómico: a extrema esquerda portuguesa exigia a nossa saída imediata, total e sem condições, mas os próprios movimentos de libertação não exigiram nada disso.

SP – O que será dos brancos que não querem ficar em África? Em Moçambique já se iniciou entre os brancos um grande movimento de fuga.

MS – É verdade. Mas estou certo que dois anos após a independência e quando as instituições do País funcionarem razoavelmente, haverá mais portugueses, em Moçambique, que hoje. Isto é, aliás, um fenómeno geral. O Presidente Kaunda da Zâmbia disse-me, quando estive em Lusaka: ” Saiba que temos aqui na Zâmbia o dobro dos ingleses que tínhamos antes da independência”.

SP – E o Sr. acredita que isso também acontecerá em Moçambique?

MS – Sim. Primeiro virão muitos para Portugal, porque têm medo, mas depois regressarão.

SP – E em Angola?

MS – Ali ainda não há muitos que abandonaram o País. Ali generaliza-se entre os brancos uma atitude perigosa. Precisamos de convencer os brancos, no seu próprio interesse, que fiquem, mas já não como patrões, como até agora.

SP – Apesar disso Portugal tem de contar com o regresso de muitos. Como irão resolver o caso?

MS – Isto é para nós um problema económico muito sério, pois não é apenas o regresso dos colonos brancos mas também os soldados – cerca de 150.000 a 200.000 homens que regressam duma assentada. Acrescem ainda os imigrantes que querem regressar desde que Portugal é livre. O assunto está a ser estudado pelo Ministério da Economia e Finanças. Temos de criar novos postos de trabalho, mas isso significa igualmente a reestruturação da totalidade da economia portuguesa, que vai precisar de se adaptar às sociedades industriais modernas.

SP – Não existem portanto planos concretos para absorver os retornados?

MS – Há investigações adiantadas.

SP – Entre os brancos que não querem regressar a Portugal, tenta-se criar um exército de mercenários para se opor aos movimentos de libertação. Em Angola, nos últimos tempos, radicais brancos de direita provocaram confrontos raciais sangrentos. Pode Lisboa impedir que tais brancos, especialmente em Angola, tomem o poder?

MS – Eu penso que sim.

SP – Como?

MS – O exército em Moçambique e em Angola é completamente leal para com os que fizeram a Revolução de 25 de Abril. E o exército não permitirá que mercenários brancos ou grupos semelhantes se levantem contra o exército. Tentativas haverá. Em Moçambique já as houve.

SP – E em Angola onde vivem mais do dobro dos brancos e um terço menos de pretos que em Moçambique?

MS – Em Angola haverá certamente uma série de situações mais ou menos desesperadas e tensões perigosas entre as raças. Apesar disso, julgo que por ora o exército pode e fará manter a ordem – a ordem democrática.

SP – Portanto, se necessário, o exército português fará fogo sobre portugueses brancos?

MS – Ele não hesitará e não pode hesitar. O exército já mostrou que tem mão forte e quer manter a ordem a todo o custo

SP – Apesar do exército, não se pode excluir a hipótese de os brancos se declararem independentes, como na Rodésia. Pelo menos Angola podia tentar mesmo economicamente uma tal solução.

MS – De princípio, nos primeiros momentos da Revolução tive muito receio que tal pudesse acontecer. Mas quanto mais o tempo passa, mais difícil se tornará uma tal tentativa.

SP – Suponhamos, no entanto, que tal venha a acontecer – reagiria Lisboa como Londres, na altura, tentando impor um bloqueio económico?

MS – Não creio que em Angola exista uma solução rodesiana, mas se tal acontecesse combatê-la-íamos com todas as nossas forças, pois uma tal solução seria para África e para o Mundo uma aventura inaceitável.

SP – Também se pensou isso no caso da Rodésia e, no entanto, não se pôde evitar.

MS – Para nós tal solução é improvável a não ser que tivéssemos um golpe de direita aqui em Portugal. Nós – este governo democrático – não permitirá que tal solução rodesiana aconteça em Angola ou Moçambique. Eu repito! Nós combatê-la-emos com todos os meios ao nosso dispor.

SP - Porquê?

MS – Porque isso poria em causa todo o nosso processo de descolonização, a nossa credibilidade, e a nossa boa vontade. E porque com uma tal solução até o regresso do fascismo poderia ser encaminhado em Portugal.

SP – Do ponto de vista económico a perda da Guiné e de Moçambique são um alívio para Portugal. Angola, no entanto, com os seus diamantes, petróleo, café trouxe para Portugal as tão necessárias divisas. Pode Portugal dar-se ao luxo de perder essa fonte de divisas?

MS – Todas estas receitas não compensavam os custos de guerra. Nós gastávamos cerca de 2 biliões de marcos por ano com a guerra. O que pouparmos com o fim da guerra compensa plenamente a perda dessas divisas, que de qualquer modo, acabavam na maior parte nos bolsos dos americanos, alemães e ingleses.

SP – Lisboa irá ajudar no futuro as suas antigas colónias? Concretamente: -Se Moçambique independente resolvesse impedir o trânsito de mercadorias da Rodésia para Lourenço Marques ou Beira para exercer pressão política sobre o regime branco de Salisbury, estaria Portugal disposto a compensar Moçambique pela perda de divisas que tal operação acarretaria?

MS – Os nossos meios são escassos, temos de ter em atenção a nossa muito tensa situação económica. Mas, dentro das nossas possibilidades, ajudaríamos, numa tal situação.

SP – No seu livro “Portugal e o Futuro”, o general Spínola propunha uma espécie de comunidade portuguesa como forma de cooperação futura entre Lisboa e África. Os movimentos de libertação não deram qualquer importância à ideia. Como serão as futuras relações entre Lisboa e África?

MS – O discurso pragmático proferido pelo general Spínola em 27 de Julho sobre o futuro das colónias está muito distante da concepção do seu livro. Se, algum dia, uma espécie de comunidade dos países lusófonos se verificar, só na condição de todos os países serem realmente independentes. E seriam então os países africanos a dizer até que ponto tal associação poderia ir.


SP – Sr. Ministro, muito obrigado pela entrevista.

in: "Der Spiegel" - Nº 34/1974."




"ÓDIO CONTRA OS PORTUGUESES,
OU SIMPLESMENTE OS INSTINTOS DE UM CRIMINOSO NATO?"
 Fotos dos Arquivos da Polícia.




VIDA E OBRA DE UM MARXISTA SOCIALISTA!

Um Canalha, um Traidor à Pátria e aos Valores dos Homens. 
Fiel ao catecismo do socialismo marxista, fomentado, revisto e ampliado sob as técnicas desenvolvidas nos covis da Nomenklatura soviética. Co-autor e instigador ao genocídio em Angola, participou activamente da destruição das vidas de centenas de milhares de seres humanos, que, de um momento ao outro, se viram desalojados da terra, onde, muitos, nasceram. Demagogo e agitador dos discursos "ad nauseam" cujas perorações não eram mais que um meio para encobrir os seus propósitos reais. Oportunista e perito nas manobras e traições concertadas apropriou-se de Portugal como se a ele lhe pertencesse, enriqueceu à custa dos escombros da Nação, à custa do Genocídio em Angola, e à custa de todos os contribuintes portugueses. Amigo e admirador do Nicolae Ceauşescu, o Facínora Ditador Secretário Geral do Partido Comunista da Romênia Socialista, que chegou apresentar como modelo a seguir para Portugal. Sobre ele, da mesma forma que sobre outros criminosos envolvidos nos crimes a que qualificaram como “Descolonização Exemplar”: 
 A História fará o Julgamento.



MARX FOI UM DOS PIORES CRIMINOSOS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE. 
Em seu poema "Orgulho Humano" Marx admite que o seu objectivo não é melhorar o mundo com reforma ou revolucioná-lo, mas simplesmente para arruiná-lo e apreciá-lo sendo arruinado! 
(Não existem dúvidas que esta realidade foi praticada sobre Portugal, com o mesmo delírio e o mesmo satanismo! E assim, tiveram a faculdade de explorar o melhor em seus benefícios). 

Karl Marx foi igualmente frequentador das sociedades secretas, escreveu a propósito: "Sem violência, não dá para se chegar a realizar nada na história", ou seja, "Sem violência, não dá para se chegar a realizar riqueza". 
Marx afirmava que o dono da riqueza é a classe dirigente porque usa o poder económico e político para impor a sua vontade ao povo. Ele achava que a classe dirigente jamais iria abrir mão do poder por livre e espontânea vontade e que, assim, a luta e a violência eram inevitáveis. 
Os prosélitos do marxismo pensavam na mesma sociedade preconizada por Marx - e numa mesma maneira de chegar ao poder.

E negava ainda a existência da Alma e outra vida depois da morte: 
O objectivo principal do comunismo/socialismo em conquistar novos países não é estabelecer novo sistema social ou económico, é sim zombar de Deus e louvar a Satanás, "Os vapores infernais elevam-se e enchem o cérebro, Até que eu enlouqueça e meu coração seja totalmente mudado. Vê esta espada? O príncipe das trevas, Vendeu-a para mim." (Marx). 


De, Vladimir Lenin, "A fome tem várias consequências positivas (...) a fome aproxima-nos do nosso alvo final, o socialismo, etapa imediatamente posterior ao capitalismo. A fome destrói a fé não somente no Czar, mas também em Deus". 
"É preciso lutar contra a religião", "O marxismo é incondicionalmente ateu, decididamente hostil a qualquer religião." (Lenin). 


 Este é o ideário daqueles que proclamavam, e proclamam:
 "fraternidade, pão e  liberdade".

MARX, A TEORIA DO SOCIALISMO NO CULTO DO ATEÍSMO SATÂNICO:



Algozes, psicopatas do comunismo ou de sua antecâmara "o socialismo de todas as matizes"; teóricos da violência e mestres da crueldade,  profissionais do crime e líderes de todos os chacais e respectivas coortes de acólitos assassinos (que obedeciam às maquinações das centrais de subversão), e de uma série de bandidos, de ladrões, e de torpes arruaceiros. Ao mesmo tempo que vociferavam chavões como “liberdade”, “igualdade”, “justiça”, “democracia” e “direitos dos povos” impunham com as armas o terror, a repressão, a destruição, a morte e a fome. Fazedores da "revolução dos cravos vermelhos" cor do sangue de milhões de seres humanos portugueses assassinados nas províncias ultramarinas, em prefiguração sinistra dos célebres sovietes, tchekas e comissariados que em 1917 transformaram a Rússia no maior campo de concentração e extermínio de que há memória, e que fizeram de tudo e tudo têm feito para eliminar a identidade do homem na sua fé e crença em Deus !