O CRIME DE TRAIÇÃO À PÁTRIA:

O CRIME DE TRAIÇÃO À PÁTRIA:

O Art.º-141.º Do Código Penal é simples e claro: "Será condenado na pena de prisão maior de vinte a vinte e quatro anos, todo o português que: 1.º intentar, por qualquer meio violento ou fraudulento ou com auxílio estrangeiro, separar da mãe-Pátria ou entregar a país estrangeiro todo ou parte do território português, ou por qualquer desses meios ofender ou puser em perigo a independência do País. 2.º Tomar armas, debaixo das bandeiras de uma nação estrangeira, contra a Pátria". Simples e claro como o juízo do nosso povo, quanto à forma como a Pátria foi mutilada.

¡ ESTES SÃO OS TRAÍDOS, QUE CONTRUÍRAM UM PORTUGAL MAIOR!

A TRAIÇĂO, O ABANDONO, OS CRIMES! ESTAS SÃO AS DIVISAS E OS GALARDÕES PARA OS CRIMINOSOS DE ABRIL:  DO MAIOR CRIME DE QUE HÁ  MEMÓRIA PRATICADO CONTRA PORTUGAL E CONTRA OS PORTUGUESES!
Pelo abandono, a indiferença e, a participação, daqueles que se intitulavam 
"autoridades portuguesas"!

SOBRE ESTES GALARDÕES A HISTÓRIA FARÁ O JULGAMENTO!

Luanda, a partir de Fevereiro de 1975: 
As urgências hospitalares, os hospitais, as clínicas, as casas de saúde, e as morgues não chegavam para fazer face às centenas de feridos e de mortos que diariamente davam entrada, com as salas cheias, os mortos eram colocados onde calhava, encontrando-se já dispersos pelo chão destas instituições, que cheias, passariam a serem levados para os pavilhões de Desporto, Escolas, e para o edifício da Delegação dos Serviços de Saúde, situado na Maianga, que rapidamente, também, se encheriam de mortos. Compatriotas civis e militares, povos inteiros de Portugal, abandonados e entregues a ferozes assassinos! Este é o libelo do 25 de Abril de 1974. A quem a soldadesca e os criminosos apátridas de Abril, terão, um dia, que prestarem contas a milhões de portugueses do Minho a Timor por tantos crimes praticados, e impulsionados de fora.
(sobre estes massacres, mais fotos com informação no Site "ANGOLA TERRA NOSSA".)


                                                          OS BAILUNDOS
                            NO PRIMEIRO GRANDE ÊXODO À GUERRA EM LUANDA:

                   Luanda, Março de 1975, na estação dos Caminhos de Ferro de Luanda (CFL)


                                            Luanda, Março de 1975, fuga à guerra. 
                     Embarque para  o Sul nos Autocarros da Empresa de Viação (EVA) 


Luanda, Março de 1975, fuga à guerra. 

Embarque para o Sul nos Autocarros da Empresa de Viação (EVA).

 Março de 1975, a intimidação e as ameaças de morte  feitas aos bailundos da parte dos criminosos do MPLA davam  início  ao êxodo maciço de centenas de milhares de bailundos de Luanda para o sul. Filas continuas ao longo dos dias carregando os seus parcos haveres (as imbambas, como se dizia), umas levadas à cabeça outras transportadas em carroças construídas para esse efeito (com  madeira e rodas de bicicletas) onde carregavam o que tinham, incluindo algumas aves de capoeira, e não era raro de ver entre a pequena carga um ou outro cão companheiros dos folguedos das crianças nos tempos de paz. Todos os caminhos e estradas que ligavam as zonas periféricas ao centro da cidade eram poucos nessa fuga à morte, como procissão fúnebre, em direcção aos transportes ferroviários e aos autocarros da empresa EVA, onde há chegada se iam aglomerando como calhava, aguardando durante longas semanas por lugar nesses transportes que os levariam para o sul, neste espectáculo triste e desolador não faltaram lágrimas nos rostos daqueles que assistiam a este prenúncio do fim de um povo, até então português e, desta província há cinco séculos de Portugal, que vivia em paz, em ordem, e dentro de impressionante progresso.

Criar o caos, instalar o pânico, fomentar a fome, para dar existência à repressão, às prisões arbitrárias, aos assassinatos e à guerra, assim, foi feito, em Angola,  com a participação e a conivência daqueles que se intitulavam “autoridades portuguesas”. Nada era por acaso, já que este primeiro grande êxodo de Luanda teria repercussões psíquicas negativas para os portugueses brancos, ficariam assim mais sózinhos, isolados, sem ajuda necessária para a continuidade do trabalho, que já se fazia sentir no abandono da agricultura e da agro-pecuária. No norte, pelas ameaças de morte aos bailundos, estes, já se tinham retirado para o sul abandonando as fazendas de produção do café, cuja colheita não foi feita. Cabia a vez aos bailundos residentes na capital, (por várias razões os bailundos estiveram desde sempre ao lado dos portugueses brancos, sendo por isso um dos valores na contribuição para a paz, para o progresso e para a economia de Angola). Os comunistas não só se impunham pela força das armas e pelos crimes de terror, assaltos, roubos e assassinatos, como tinham o propósito de impossibilitar a continuidade laboral, paralizar o trabalho para destruir a economia (da qual portugueses europeus e africanos (bailundos) eram o grande e principal motor de produção), fragilizando o território economicamente seria presa mais fácil, expulsar e confinar os bailundos ao sul pela intimidação, pelos confrontos, as esperas traiçoeiras, o tribalismo criminoso, os assassinatos, e pelas ameaças diárias de morte caso não saíssem da cidade.
Pela falta de mão-de-obra na produção industrial e na agricultura, em Luanda já escassavam os produtos para alimentação, e os que ainda haviam atingiam preços inauditos, e a fome não tardou a chegar.
As empresas, as fábricas, os escritórios, as alfândegas, e os serviços do Estado por falta de empregados não funcionavam, e os que iam funcionando era unicamente para manterem vivo o espírito do trabalho e da civilidade na observância do dever nos princípios da moralidade.


A presença dos povos do sul na capital eram um obstáculo aos objectivos dos comunistas, por outro lado esses povos eram simpatizantes da UNITA, sendo também por esse facto vítimas de perseguições, de tribalismo selvagem, e de assassinatos praticados com requintes de extrema crueldade, muitos dos quais aconteciam após o trabalho quando de regresso às suas casas nos bairros: Prenda, Marçal, S. Paulo, Terra Nova, Sambizanga, Cazenga, Bairro Popular, Rangel, Mulemba:
Como um jovem bailundo com 17 anos de idade que de regresso à sua casa na Terra Nova, um grupo de criminosos intersectaram-no pedindo-lhe cigarros, enquando esse jovem trabalhador procurava os cigarros no bolso foi assassinado à catanada, cuja ferocidade e selvajaria causou a mutilação do corpo, perante o olhar aterrorizado dos vizinhos do bairro, segundo testemunhas, só os gritos desses no pedido de ajuda impediram que os criminosos continuassem o macabro ritual. Famílias inteiras de bailundos foram perseguidas e assassinadas desde 1975.


                                                 O ÊXODO DE ANGOLA !

Luanda, de Abril a Maio de 1975: portugueses brancos, negros e mestiços junto a uma agência das Linhas Aéreas, na baixa da cidade, para aquisição dos bilhetes de embarque para diversos destinos; 
A presença já notória de russos e de cubanos na cidade e, a guerra fratricida já declarada, davam lugar àininterruptas filas que davam a volta ao quarteirão, durante semanas de longos dias debaixo de sol escaldante e de longas frias noites, de onde ninguém arredava pé para não perder o lugar, neste êxodo, da fuga à morte em Angola.



Luanda, Maio de 1975: 
Portugueses de Luanda e de algumas cidades e das vilas do interior de Angola (refugiados no Aeroporto de Luanda) aguardando por embarque.



1975, Henrique de Carvalho:
Campo de refugiados portugueses na periferia de Saurimo, Lunda-Sul. A população civil procurava a protecção do “exército português de Abril” que em nada ajudou!

 
A cidade de Henrique de Carvalho (Saurimo).

 
Abril de 1975, Malange:  
Portugueses da Lunda, Malange, em concentração rumo a Luanda e a Nova-Lisboa por estrada, pedindo ajuda de protecção à soldadesca de Abril que lhes recusou essa protecção.

 
1975, Portugueses de Luena, Vila Luso, província do Moxico: 
Refugiados no hangar do aeroporto aguardam por transporte aéreo para Luanda.

A chamada "Ponte Aérea" de Angola para Lisboa com início a 03 de Junho até final de Novembro de 1975, oficialmente foi dada por terminada no dia 03 de Dezembro e concluída a 06 de Dezembro do mesmo ano. Centenas de aviões, milhares de voos (900 mil voos) a um ritmo impressionante de mil pessoas transportadas por dia, para a saída urgente desta gente traída e abandonada.  Cinco meses e meio para evacuar mais de meio milhão de pessoas, neste, dizer adeus a Angola. 


                          Lisboa 1975: Este era o cenário no aeroporto de Lisboa a partir de Junho.
 Portugueses de Angola após as suas chegadas deixados ao abandono no aeroporto por aqueles que se intitulavam “autoridades portuguesas”.

 
Lisboa 1975: 
Os portugueses refugiados de Angola nas escadas de S. Bento em Lisboa. 


 FUGA DO LUBANGO RUMO À ÁFRICA DO SUL

1975, Lubango: Uma caravana de 300 viaturas rumo à África do Sul.

 
1975, Namibia, Grootfontein, o campo de refugiados.

 
1975, Namibia, Grootfontein, o Campo de refugiados.



1975, Grootfontein: 
Os refugiados portugueses em Grootfontein na partida do Campo para a estação de comboios. 

 Dias tórridos de sol a sol, e noites gélidas:
No exterior da vedação mais de uma centena de viaturas de vários tipos estacionadas. Umas com as cargas de origem, outras vazias. No campo de Windhoek a situação era idêntica. 
Os seus proprietários acabariam por abandoná-las ali. As autoridades sul-africanas não prometiam o embarque destas para Portugal, e da parte das chamadas “autoridades portuguesas” nem sinais. 
No dia 22 de Outubro é anunciada a partida. Nessa noite, militares e alguns residentes da cidade honraram os refugiados de Angola com uma festa de despedida, com um grupo musical, no recinto de jogos desportivos. 
No dia 23, os seus parcos pertences foram devidamente rotulados e transportados para a estação do comboio, seguindo-se as pessoas que eram acomodadas por agregado familiar em cabines com beliches de acordo com o número de indivíduos. Nas cabinas encontravam-se latas de conservas, fruta natural e bebidas. Ao meio dia em ponto ouve-se o silvar do comboio que dá o sinal de partida. Na despedida de Grootfontein o acenar de muita gente, entre esta, um Padre a dar a sua bênção a esta gente de Angola, traída e abandonada pelos canalhas criminosos que se proclamavam “autoridades portuguesas!”. 

Caso admirável das autoridades sul-africanas: Aproximava-se a hora do embarque, nas vésperas da devolução do campo todas as viaturas abandonadas foram recolhidas para um recinto vedado, e no decorrer de 1976 exactamente como haviam sido abandonadas foram despachadas para Portugal e entregues aos seus donos.


1975, - OCEANIC INDEPENDENCE - 
O navio que as autoridades sul africanas puseram à disposição para trazer os refugiados portugueses do Campo de Grootfontein para Lisboa. 



Portugal "Revolução dos Cravos, 25 de Abril de 1974" Traição - Crimes Contra a Humanidade - Holocausto em Angola!
 A chamada "Revolução dos Cravos" teve origem em reinvindicações de carreiras militares, foi um descontentamento mercenário  e que abriu fendas na disciplina militar e que, a certo momento, dada a extenção da indisciplina, procuraram revestir-se de uma explicação política conferindo-lhe, aos olhos da Nação, do povo, e do mundo uma aparência de hosnestidade e de significado nacional. A infiltração dos oficiais esquerdistas, comunistas, socialistas, exploraram essa  indisciplina mercenária e conduziram-na à mais Criminosa Traição que a História de Portugal conhece e, o poder foi tomado de assalto por criminosos que,  ilegitimamente e, à revelia da Constituição, determinaram o destino da Nação, e aos quais se juntariam outros malfeitores vindos do estrangeiro para a prática dos crimes. E, à revelia e inconstitucionalmente negociaram com "Terroristas-Assassinos" os territórios e povos de Portugal, abandonaram inteiras populações inermes, recusando-lhes Protecção. As afirmações do socialista/marxista Mario Soares em 1974  ao “ DER SPIEGEL” e, ao  “JORNAL DE SÃO PAULO” do (Brasil),  deixa claro as suas intenções a respeito dos Crimes, e dos portugueses de Angola, o "Genocídio dos Portugueses Brancos”  como   "Solução Final". 



Os massacres praticados pelo MPLA e cubanos à causa do 27 de Maio de 1976 foram de 80.000 a 100.000 seres humanos assassinados, na maioria com idades inferiores a 18 anos, e ao longo de três décadas de guerra morreram mais de 2 milhões de africanos portugueses, 4.1 milhões foram deslocados internos, 436.000. levados para os países vizinhos: Zâmbia, Congo Brazzaville, República Democrática do Congo. O número de mutilados civis é de 80.000 resultado de minas anti-pessoal semeadas por todo o solo angolano por ordens do cubano comunista Fidel Castro.


NOTA – No "ANGOLA TERRA NOSSA"  informação  mais detalhada com fotografias e documentos sobre causas, participação e acontecimentos dos crimes contra a humanidade em Angola, e aos quais os criminosos da "Revolução dos Cravos" qualificaram de
 "Descolonização Exemplar".


                                                  Rogéria Gillemans.