O CRIME DE TRAIÇÃO À PÁTRIA:

O CRIME DE TRAIÇÃO À PÁTRIA:

O Art.º-141.º Do Código Penal é simples e claro: "Será condenado na pena de prisão maior de vinte a vinte e quatro anos, todo o português que: 1.º intentar, por qualquer meio violento ou fraudulento ou com auxílio estrangeiro, separar da mãe-Pátria ou entregar a país estrangeiro todo ou parte do território português, ou por qualquer desses meios ofender ou puser em perigo a independência do País. 2.º Tomar armas, debaixo das bandeiras de uma nação estrangeira, contra a Pátria". Simples e claro como o juízo do nosso povo, quanto à forma como a Pátria foi mutilada.

¡ TIMOR, E OS CRIMES DO 25 DE ABRIL !

Timor-Dili, a Cruz de Cristo com o Brasão, nas inscrições laterais lê-se; 
"POR PORTUGAL - CONTRA O INVASOR"

   
Timor 1975; A Revolução Vermelha dos Cravos de Sangue nos  massacres dos povos de Portugal !

O "governo" português de Abril abandonou Timor em 1975. A conjuntura da época é hoje mais clara. As Forças Armadas foram para Timor para promover os 3 D's — descolonização, democracia, desenvolvimento — mas tingidas a vermelho pela cartilha comunista e socialista marxista. O governador enviado, e primeira figura militar, era o então Coronel Lemos Pires, prometedor oficial de estado maior com uma missão...
Na sua equipe contava-se o depois vice-ministro comunista dos governos provisórios vermelhos, o Tenente-Coronel Arnão Metelo.

Nascem em Timor-Leste partidos políticos, alguns dos quais advogam a integração na Indonésia. As divergências degeneram em confrontos armados. Entretanto, as Forças Armadas portuguesas entregaram armas de guerra modernas e munições à resistência timorense, então FRETILIN, hoje FALINTIL, onde Xanana Gusmão era um membro apagado do comité central. Tentaram substituir a liderança dos liurais, chefes tradicionais, por líderes eleitos "democraticamente". Uma grande parcela de timorenses mais tradicionais se revoltou contra os marxistas com o apoio dos movimentos UDT e APODETI, sendo algumas das armas fornecidas pela polícia portuguesa do Capitão Maggioli Gouveia, anti-comunista.
Cumprida o que era a sua missão de deixar cair o poder na rua para que a FRETILIN dele se apoderasse, os militares portugueses evacuaram dia 26 de Agosto de 1975 para a ilha de Ataúro e depois para Portugal. Não foi bonito o acto de traição destes canalhas. Timor está a 11 horas de fuso horário de Lisboa, e na realidade está tão longe de todos e tão perto da Indonésia...

A guerra civil alastra por todo o território e enquanto se multiplicam as ameaças de intervenção indonésia, a Fretilin, liderada por Nicolau Lobato, expulsa de Díli os movimentos rivais da União Democrática Timorense e Apodeti e proclama unilateralmente a República Democrática de Timor-Leste, em 28 de Novembro de 1975, tendo como Presidente Francisco Xavier do Amaral.
Havia indicações ténues dos serviços militares de que Indonésia interviria mas não foram levadas a sério no plano português. Especula-se hoje se o PC da URSS e o PC português de então contariam com o Vietnam para cumprir o papel de cubanos da Ásia. Em 25 Abril de 1975 os vietnamitas entravam em Saigão e poderiam fazer novos focos revolucionários na Ásia, como os cubanos em Angola e na Etiópia. Era a idade de ouro do expansionismo soviético levado por mão criminosa apátrida para as províncias Portuguesas do Ultramar.

Sucedeu então uma santa aliança anti-comunista de EUA, Austrália e Indonésia. O General Suharto que liquidara 500 mil/600 mil indonésios comunistas pró-Sukarno, aquando da sua tomada de poder, não iria permitir um mini-comunismo à sua porta. Atenção, o exército indonésio é um exército de guerra civil. Nunca defrontou outra nação. Logo após o abandono de Timor por parte do "governo" de Abril, Suharto mandou invadir o pequeno território de Timor-leste. Em 7 de Dezembro de 1975 Tropas indonésias desembarcam em Díli e, nos dias seguintes, atravessam a fronteira e ocupam todo o território. Ignorando resoluções da ONU e tornou-o depois a "27ª província indonésia". Até ver. A Austrália foi o primeiro e único país a reconhecer a anexação. Sabia-se já da existência do Petróleo de Timor Gap que alguns comparam ao de Cabinda pelas suas ricas propriedades que o tornam importante para distilar combustível de aviação. Em 1989, a Austrália e a Indonésia assinam um acordo para exploração do petróleo no mar de Timor. Henri Kissinger, sempre pródigo em vacinas sangrentas preventivas nos outros, considerou que cinco semanas bastariam para resolver o assunto, segundo documentos publicados em "The Nation".

Seguiu-se um longo massacre de timorenses. Nos anos seguintes, estima-se que morrem dezenas de milhares em resultado de uma política de genocídio e assimilação forçada. A população fugiu para as montanhas, fora das áreas urbanas. Mas como é difícil assegurar a sobrevivência no mato — situação repetida agora em 1999 — a população bombardeada, esfomeada, vítima de doenças foi morrendo. Foram criados campos de concentração (como em 1999) para os que regressavam, atingindo o número de 200 mil pessoas como então admitiu Holbrooke, secretário de Estado americano.


¡O MASSACRE DO POVO QUE CLAMAVA "QUERER CONTINUAR PORTUGUÊS"!

                 HOMENAGEM AOS TIMORENSES ASSASSINADOS À CAUSA DO CRIME                                            DE TRAIÇÃO DA CHAMADA "REVOLUÇÃO DOS CRAVOS".
  

 ANTES DE MORRER, CADA UM FAÇA A SUA ORAÇÃO:
Timor - Dili, Monumento a Nossa Senhora com o brasão do Timor Português,
os degraus manchados com sangue das vítimas assassinadas.

 
                                                           
E foi assim, a rezar a Avé-Maria em Português, dentro do cemitério de Santa Cruz, que 271 portugueses de Timor foram assassinados a sangue frio: Jovens, velhos, mulheres e crianças.

O Massacre que o Mundo não viu. O dia 12 de Novembro de 1991, passa para a História como o dia em que o mundo abriu finalmente os olhos para Timor.
O preço a pagar foi bastante elevado:

Em 12 de Novembro de 1991 o massacre no cemitério de Santa Cruz, em Díli, em que as tropas indonésias assassinam centenas de timorenses, é testemunhado por jornalistas estrangeiros.
O mundo viu pela CNN as imagens daquele massacre e pela primeira vez em vinte anos a causa da independência de Timor e a denúncia do genocídio contra o povo de Timor-Leste tornou-se global.

Quando o mundo acordou para a barbárie do massacre no cemitério de Santa Cruz, em Dili.
Acordou o mundo por essa altura e não mais se calou, exigindo justiça.
Estranhamente, se há quem queira calar o mundo sobre a barbárie dos selváticos militares e polícias da Indonésia, são os timorenses Ramos Horta e Xanana Gusmão…
Será que o mundo se vai calar?

                   271 VÍTIMAS CHACINADAS, 278 FERIDOS, 270 DESAPARECIDOS, QUE EM                                                                 TIMOR CLAMAM POR JUSTIÇA.
                                   



                                        TIMOR, O FILME SOBRE O MASSACRE !

"Quando a filmagem do massacre de Santa Cruz foi transmitida a audiências em todo o mundo, provocou um clamor internacional significativa contra as práticas dos militares indonésios em Timor-Leste.... No entanto... mesmo em face de forte demanda internacional para fazer àqueles que tinham assassinado manifestantes desarmados.

- O massacre de Balibó, ocorrido em 1975 no Timor Leste, foi retratado no cinema pelo cineasta australiano Robert Connoly. As filmagens começaram no início de 2008.
Segundo a edição do diário Sidney Morning Herald, o papel principal será desempenhado pelo ator Anthony La Paglia, que interpretará Roger East, um jornalista assassinado em 1975, em Díli, quando investigava a morte dos cinco colegas de profissão, ocorrida cerca de um mês e meio antes.
Descrito como um intenso thriller político, "Balibó", como se intitula o filme, vai recriar os acontecimentos que cercaram a morte dos jornalistas Brian Peters, Greg Shackleton, Gary Cunningham, Malcolm Rennie e Tony Stewart.
Os cinco jornalistas morreram em 16 de outubro de 1975, durante uma reportagem próxima da fronteira com a Indonésia, no início da invasão das tropas e milícias de Jacarta ao território timorense.

Passados 36 anos, existem ainda muitas dúvidas sobre as circunstâncias que rodearam as suas mortes, com versões contraditórias.
Um relatório independente da ONU, elaborado em 2006, concluiu que "provavelmente" os cinco jornalistas - dois australianos, dois britânicos e um neozelandês - foram mortos pelos soldados indonésios. Apesar disso, Jacarta nega as acusações e tem insistido na idéia de que os jornalistas foram mortos num fogo cruzado entre as tropas indonésias e milícias timorenses.

Histórico:

A morte de Roger East é a menos conhecida entre os jornalistas e aconteceu em 8 de dezembro de 1975, quando o repórter da Australian Associated Press (AAP), então com 51 anos, se encontrava em Díli investigando a morte dos seus colegas. O repórter acabou capturado pelas tropas indonésias, que o executaram em público.
Dias após a notícia da morte dos cinco colegas, East chegou a Díli, onde foi acompanhado pelos jornalistas Michael Richardson, do australiano The Age, e de Jill Jolliffe, free-lance australiana que trabalhava para a Reuters.
Segundo relatos da imprensa então publicados, quando se tornou claro que a invasão indonésia era iminente, Richardson e Jolliffe decidiram abandonar Díli e regressaram em conjunto com os representantes da Cruz Vermelha para Darwin (Austrália), mas Roger East optou por ficar na capital timorense.

Ainda segundo os mesmos relatos, East planejava seguir para as montanhas para acompanhar a retirada da Frente Revolucionária do Timor Leste Independente (Fretilin), mas acabou capturado pelo exército indonésio.
De acordo com testemunhas, o jornalista foi levado para junto de outros prisioneiros e executado por um pelotão de fuzilamento em frente ao porto da capital timorense.
Alguns relatos dizem ainda que Roger East tentou enviar uma última notícia a partir do Centro da Marconi no aeroporto de Díli, quando começaram a aterrissar os pára-quedistas indonésios.
A Indonésia invadiu Timor ex-província portuguesa em 1975, administrando-a até 1999.

Produção:
Segundo o jornal Sidney Morning Herald, será a primeira participação do ator Anthony La Paglia num filme australiano desde 2001, quando apareceu em "Lantana", interpretação que lhe valeu o prêmio de melhor ator no "AFI Awards", da Austrália.
La Paglia vai interromper o programa "Without a Trace", na TV norte-americana, para desempenhar o papel de Roger East.
O argumento de "Balibó", baseado no livro "Cover UP - The Inside story of the Balibó Five", de Jill Jolliffe, foi redigido conjuntamente por David Williamson e Robert Connely, que vai dirigir também o filme produzido pela Film Finance Corporation.


Rogéria Gillemans







TIMOR PORTUGUÊS

                     

                           Timor 1960, o povo que se recusava de deixar de ser Português.

                                             Timor e as crianças de Portugal 




                                               Plantação de café, Timor leste

Timor-Atabai 17 Julho de 1969
                             escolta ao Estandarte Nacional para as festas do ARBIRU

                                                         Liceu Oan Lha, 1969


Timor-Atabai-Huato Buicari 17 Julho de 1970. Festas do ARBIRU-
Chegada das entidades:Comandante militar Cor. Ventura Lopes,Cmdt do sector de Fronteira, Administrador Vitor Santa.

    Timor-Atsabe 7de Junho1970-Visita do Subsecretário da Administração Ultramarina, Comandante Sacramento Monteiro a Atsabe onde esteve 11 dias.

                                                     Timor 1970 - Bobonaro, 
                  companhia de moradores rende homenagem às autoridades portuguesas



Palácio do Governo Civil -1968/70

Monumento a Nossa Senhora no Monte Ramelau













¡ O FUZILAMENTO DOS GUERREIROS!

HOMENAGEM AOS COMANDOS AFRICANOS DO EXÉRCITO PORTUGUÊS FUZILADOS CLANDESTINAMENTE NA GUINÉ: 

Os massacres em Bissorã -
por Testemunho do ex-comando Francisco Amadeu Baldé -10/06/2006.
E Testemunho do ex-comando Julde Jaquite Semedo (Júlio) -30/6/2007.
                                                   Regina Mansata Djaló




Regina Mansata Djaló, in “O Fuzilamento dos Guerreiros":

(…) O meu marido era o Alferes graduado "Comando" Demba Cham Seca. (…). À terceira vez foi novamente detido, no dia 21 de Março de 1975, pelas duas horas da tarde. Quando, à noite, fui levar-lhe comida à esquadra de polícia de Bafatá, disseram que ele já não precisava dos alimentos. Soube, depois, que, nessa noite foi mandado para Babandica, onde foi fuzilado juntamente com outros. Os Tenentes Armando Carolino Barbosa e o Tomás Camará foram dois deles. (…) Na certidão de óbito, conseguida apenas em 2000, consta:

“Faleceu de fuzilamento, por ter servido com entusiasmo o Exército Português”.

O massacre de ex-comandos africanos, de ex-soldados, de ex-milícias, e até de civis, que tinham pertencido ou apoiado o exército português, foi realizado após a entrega do poder ao PAIGC em 1974, esta acção colocou uma mancha na história da Guiné, e criou um precedente de impunidade, que se virou contra os próprios dirigentes do PAIGC, face a um clima de intrigas e conspirações que se criou.

Não se sabe ao certo quantos morreram, mas foram vários milhares, incluindo mulheres e crianças enterrados em valas comuns.

"Em seis anos de independência total da nossa terra, 500 pessoas foram fuziladas, sem julgamento e enterradas em valas comuns nas matas de Cumerá, Portogole e Mansabá.

Foram massacradas pelo regime de Luis Cabral.

O regime de Luiz Cabral violou flagrantemente as normas dos Direitos Humanos, e nenhum comando africano, nenhum dissidente foi levado a tribunal. Foram executados barbaramente no meio das florestas, contra os mais elementares princípios de justiça.

O crime pelos massacres é assim imputado a Luiz Cabral, e a sua execução aos Serviços de Segurança dirigidos por Buscardini. É do conhecimento geral que os fuzilamentos foram realizados por soldados, e nunca por elementos ligados à segurança.

A aspiração dos soldados africanos da CCaç. 13 era apenas a de terem uma vida melhor, e o empenho de alguns deles para se desenvolverem era extraordinário.

Apesar de apenas falarem balanta e algumas palavras de crioulo, dedicavam-se afincadamente ao auto-estudo, pegando em livros de leitura que decoravam, numa tentativa de aprender português.

Houve quem fugisse para o Senegal, para salvar a vida, mas mesmo assim continuaram a ser perseguidos, e foram muitas as dificuldades por que passaram, alguns acabariam por morrer por lá".


São apenas um exemplo de homens simples, que lutaram leal e dignamente, na procura de um futuro melhor, acreditando que estariam ao lado de Portugal.




Rogéria Gillemans


¡ O PROCESSO DA TRAIÇÃO !

E O FIM HISTÓRICO DE PORTUGAL:

Os comunistas, e os socialistas portugueses falam dos 229 dias para abater o fascismo em Portugal, desde 9 de Setembro de 1973 até ao golpe de estado militar de 25 de Abril de 1974, isto é, desde o dia em que 136 capitães, tenentes e alferes, transportando-se burguesmente nos seus carros e em carros dos seus camaradas, se reuniram secretamente num palheiro de uma rica propriedade rural do Alentejo, pertencente à família de um deles, para falarem das suas reivindicações profissionais, até ao dia em que eles fizeram o golpe contra a Nação.

A História falará dos 229 dias da incubação da traição.
O golpe de estado de 25 de Abril, a que primeiro eles começaram por chamar o «movimento dos capitães» seguindo-se o nome «Movimento das Forças Armadas» («M.F.A.»), terminando por «Revolução dos Cravos» começou por um descontentamento mercenário que abriu fendas na disciplina militar e que, a um certo momento, dada a extensão da indisciplina, procurou revestir-se de uma explicação política conferindo-lhe, aos olhos da Nação, do povo, e do mundo uma aparência de honestidade e de significado nacional.
Os delineamentos da crua realidade, o que não chegou ao conhecimento do povo português e do estrangeiro, senão sob aspectos intencionalmente mal definidos, ou muito furtivos ou, moralmente disfarçados.

O número de cadetes, frequentando a academia militar donde saíam os oficiais do quadro permanente, diminuía consideravelmente, o que criava problemas, dada a existência do “terrorismo” no Ultramar. A insuficiência de capitães e de oficiais subalternos obrigava o governo português, presidido pelo prof. Marcello Caetano, a recorrer aos oficiais antigos milicianos, isto é, ao quadro complementar vindos da condição civil, estudantes universitários e alguns tendo mesmo já os seus diplomas de nível superior, os quais já tinham feito o serviço militar, no Ultramar com o posto de alferes. Eles tinham sido colocados na reserva com o posto de tenentes e, alguns, de capitães. Estes oficiais milicianos, se quisessem entrar no quadro permanente, frequentavam um curso intensivo de dois anos na academia militar, após o qual eram integrados no quadro permanente como alferes graduados em capitães. Ora, os cadetes da academia militar frequentavam o curso normal de quatro anos que lhes dava o posto de alferes. Havia apesar de tudo um sistema moral de compensações - justificáveis - porque o miliciano acabava o curso intensivo lá pelos 25-35 anos, enquanto que o cadete acabava o curso normal por volta dos 20 anos , o miliciano integrado no quadro permanente entrara na academia militar com uma preparação universitária parcial, ou até completa tendo obtido o respectivo diploma, enquanto que o cadete entrara apenas com uma preparação liceal.
O miliciano já tinha passado pelo Ultramar e ia pela segunda vez, enquanto que o cadete, é evidente, não tinha ainda estado lá.

Mas, o que era decisivamente importante, e de uma importância moral inegável, é que a Pátria sustentava uma guerrilha que lhe era imposta, o que justificava medidas transitórias e de circunstância com o fim de suprir a falta de oficiais.
Os militares que, após o 25 de Abril e o desastre económico que a sua incompetência provocou, fariam apelo, eles próprios, aos sacrifícios da Nação, não quiseram compreender as graves circunstâncias especiais relativas ao acesso do miliciano ao quadro permanente. Os militares exigiam, por exemplo, que os oficiais que foram milicianos (e que tinham frequentado a academia militar entre os 25 e os 35 anos), não fossem promovidos a capitães, sem que os oficiais vindos dos cadetes e que terminaram os cursos da academia militar aos 20 anos, não tivessem sido promovidos a capitães. E, falando do «prestígio do exército», das «perspectivas finais» de uma carreira militar «atraente»[1].
Os «capitães» colocaram todo o problema de um modo puramente mercenário:
em causa estavam exigências de salários mais deslumbrantes e outras regalias para os seus futuros. Esta passagem é tirada de um anexo à circular do movimento dos capitães, datada de 23 de Outubro de 1973, isto é, seis meses antes do golpe de 25 de Abril.
Até àquela data, a indisciplina ligada às reivindicações mercenárias tinha-se limitado a ameaçar o governo com a demissão colectiva dos oficiais de todas as graduações e de todas as armas, segundo se lê nos n˚s 8 e 11 da circular de 23 de Outubro de 1973. A ideia de defender a Pátria tinha sido posta de lado. Como fazer desta vergonha um caso justificável perante a Nação?
Só a partir de 24 de Novembro de 1973 é que o tenente-coronel Ataíde Banazol, que devia partir dentro em pouco, em serviço militar para a Guiné portuguesa, sugere numa reunião de capitães, a viragem do comportamento mercenário ao comportamento político com a ideia de uma intentona contra o Estado. Ele queria que imediatamente se agisse, e apresentou o seu programa que não foi aprovado, mas a ideia de uma politização civil no seio destes militares espalhou-se constantemente:
«explicava-se pelo facto de o seu Batalhão seguir para África antes do fim do ano.
Mais tarde, já na Guiné, o tenente-coronel Banazol leva a sua impaciência ao ponto de contactar os camaradas do grupo, no sentido de tomar conta de Bissau e fazer negociações directas com o PAIGC»[2].

Tudo isso mostra, antes de mais, a extensão da indisciplina dos oficiais desse grupo que, não contentes em se oporem à maneira pela qual os milicianos eram integrados no quadro permanente, negociavam segundo a lei da oferta e da procura, em que o comprador era o governo que representava a Pátria, a Nação que pagava, e em seguida, mostram o deslizar para a política, enganando os mais ingénuos, através de uma estratégia que, é necessário dizê-lo, não conquistou imediatamente a compreensão de todos os oficiais. O major Sanches Osório, que fez parte desse grupo e, é hoje, um dissidente desiludido e um exilado político, diz no seu livro publicado em Espanha, referindo-se a um momento em que a ideia política estava já lançada, que o major Vítor Alves tinha apresentado um programa que continuava a ser; «uma síntese dessas reivindicações... Já não podia limitar-se ao facto de propor aumentos salariais ou melhoramentos nas condições sociais [condições sociais dos militares]»[3].
Tratava-se já de uma espécie de obsessão ao nível do homem-massa, no pior sentido desta expressão, que se não poderia fazer aceitar à Nação senão através de uma politização. E esta politização não podia deixar de ser a que se opunha ao Estado vigente. Se este regime fosse uma democracia pluralista ou um socialismo, tendo por tanto outro contexto de acção político-social, a indisciplina mercenária militar finalizaria na institucionalização do comunismo com forma de regime autoritário, ou seja, um levantamento militar que atentou contra a Pátria tomando o poder pelas armas.

É inegável que o processo da traição desenvolveu-se em duas fases bem delimitadas:
o da reivindicação profissional, de 9 de Setembro a 24 de Novembro de 1973, passando á politização, de 24 de Novembro de 1973 a 25 de Abril de 1974. A prova disso está no facto de os oficiais vindos dos milicianos, e nos quais predominavam as ideias esquerdistas, se oporem às reivindicações dos oficiais vindos dos cadetes da academia militar, uns e outros se insultando mutuamente e constantemente. Os oficiais vindos dos milicianos alertavam a Nação e pediam para os chefes militares tomarem um atitude de firmeza; «para com aqueles que leviana, injustificada, discriminatória e anti-regulamentarmente estão a minar o moral, a cavar fossos, a cortar amarras, a criar castas no seio do exército que tem sido unido e que só de o ser, tem permitido que a Barca Nacional corte rectilineamente os ventos da história»[4].

Notemos neste texto que os seus autores, considerados como sendo os mais esquerdistas, baptizam de ultra-direitistas os oficiais vindos dos cadetes e gabam-se de serem os defensores do Ultramar Português! Por outro lado, os «capitães» chamam «capatazes de guerra» aos milicianos, considerando-os como oficiais de qualidade inferior[5], e reivindicam, também os títulos de principais defensores do Ultramar!: «Mais do que ninguém em Portugal têm desde a primeira hora do conflito em que a Nação está empenhada, contribuído para a sua perenidade»[6].
Tudo isso pertencia, portanto, à fase da reivindicação profissional desencadeada pelos «capitães», em que a linguagem patriótica parecia ser o mínimo necessário para se manter a decência militar. No entanto, o carácter de tipo mercenário das reivindicações comprometia visivelmente uma linguagem de patriotismo e de «prestígio» das forças armadas, precisamente no momento em que a Pátria exigia o sacrifício e a compreensão. O interesses sobre carreiras profissionais dominou sobre os interesses da Pátria.

Praticamente, foi só a partir do mês de Dezembro de 1973 que começaram a orientar as reivindicações «para qualquer coisa de mais vasto, de mais largo do que as simples reivindicações profissionais»[7].
Uma vez que este caminho foi seguido pelo grupo fraccionário, tudo agora vai exibir um aspecto novo. A infiltração dos oficiais esquerdistas, comunistas, socialistas, vai conduzir a indisciplina mercenária total do movimento (que, aliás, trabalhava já no seu seio a traição) à mais abominável e vergonhosa traição que a História conhece e, é isso que vai conciliar ao nível político, os oficiais milicianos comunistas e esquerdistas e os oficiais do quadro permanente também comunistas e esquerdistas, enquanto que eles se opunham ao nível das reivindicações profissionais. Mas a Nação na sua enorme maioria não é comunista, e apenas deseja uma democratização segundo o exemplo das nações do mundo ocidental e livre. Mantêm-se portanto certas aparências tácticas através de um plano de mentiras: falar-se-ia ao país e à opinião internacional em termos de uma democracia pluralista (para a parte europeia de Portugal), e de uma autodeterminação descolonizadora (para o Ultramar Português) que seria sistematicamente falseada.

Após a rejeição do programa redigido, ou praticamente redigido pelo major Vítor Alves, o major Melo Antunes, ligado ao «Movimento Democrático Português» (que se transformou em satélite do «Partido Comunista Português»), e que pretendia o abandono puro e simples do Ultramar, sem autodeterminações e sem discussões, abandono simplesmente de territórios e povos, redigiu um novo programa - onde interveio uma comissão constituída por oficiais esquerdistas, nos princípios do mês de Abril de 1974, o movimento dá conhecimento deste programa aos generais Costa Gomes e António de Spínola que sugerem algumas alterações, declarava que a solução no Ultramar era política e de maneira nenhuma militar, do livro do General Spínola[8].
Havia que defender uma solução digna e de uma grande importância histórica, sobretudo após a situação de facto criada pelo 25 de Abril; mas isso opunha-se aos planos de apropriação do movimento dos capitães pelos esquerdistas e comunistas - o que era o essencial para estes, e que estava acima, para estes também, da ideia de Pátria. E assim o trama desenvolveu-se fora do conhecimento da Nação até ao momento em que o movimento das forças armadas tomou o poder e tirou a máscara.

Mas o esboço do processo da traição não apresentaria todas as suas essenciais linhas, se não se falasse do que se sabe do comportamento destes dois generais durante os meses e os dias que imediatamente precederam o golpe de estado: o comportamento do general Costa Gomes com a ideia preconcebida da traição (os factos confirmaram-na) que vai até romper com o seu maior amigo, o general Spínola: e o comportamento deste último general que, pela sua boa fé, pelas suas lamentáveis fraquezas, pela exagerada confiança nele próprio e no seu carisma, julgando-se capaz de dominar e controlar finalmente os acontecimentos, deixou-se apanhar nas armadilhas que os outros lhe arranjaram.
Dois meses antes do golpe de estado de 25 de Abril, o general Spínola reafirmou a Marcello Caetano que era: «um militar disciplinado que não participava em conspirações nem dava golpes de Estado», e o general Costa Gomes dizia pessoalmente a Marcello Caetano que este devia: «continuar a fazer o sacrifício de estar no governo».

No dia 14 de Março (mês e meio antes do 25 de Abril), o general Costa Gomes, aderia, como praticamente todos os oficiais generais que foram pessoalmente prestar fidelidade ao governo, ao princípio que as forças armadas deviam subordinar-se à realização dos objectivos nacionais fixados pelos órgãos que a constituição reconhecia; simplesmente «tinha relutância em vir publicamente tomar um compromisso em nome das Forças Armadas sem as consultar, muito embora concordando em que o princípio fazia parte da ética militar (mas, argumentava, por isso mesmo não era preciso reafirmá-lo)», e o general Spínola explicava a sua ausência pela «fidelidade que julgava dever ao seu chefe imediato» que era o general Costa Gomes, chefe do estado-maior general, Spínola sendo o vice-chefe[9].

Ora, desde o dia 5 de Março de 1974, para não citar senão datas incontestáveis ou incontestadas até hoje, Costa Gomes e Spínola estavam já ao corrente do programa do movimento: «a partir desta data iniciava-se um vaivém de cópias do programa para os generais Costa Gomes e Spínola, os quais iam propondo alterações, depois discutidas pela Comissão Coordenadora do Movimento»[10], já no mês de Agosto de 1973 ou, nos primeiros dias do mês seguinte (oito meses, mais ou menos, antes do golpe de estado militar), o general Costa Gomes informou Marcello Caetano que ele tomara contacto directo com o movimento dos capitães (nessa altura tratava-se ainda de um movimento de indisciplina mercenária e de reivindicações profissionais) e que ele lhes assegurara que «tomaria daí por diante a defesa da causa deles»[11]. Estava-se, ainda longe da politização. E, desde os seus começos, o movimento tratava-se ainda, repito-o, de uma indisciplina de tipo mercenário de reivindicações profissionais, tinha certamente uma ligação indirecta com Spínola, através de alguns dos seus adeptos que faziam parte do movimento[12].

Todas estas maquinações são repugnantes, ainda que se saiba que o general Spínola, ao contrário do general Costa Gomes, tinha os seus escrúpulos: emitindo a sua opinião sobre as reivindicações profissionais dos capitães, o general Spínola não deixou de lhes dizer: «que, embora tivessem razão, eles estavam a ultrapassar os limites da disciplina militar, na medida em que se tinham agrupado como força de pressão da base e até pretendiam formar uma «Ordem de Oficiais» e fomentar uma «Associação de Sargentos». Errado - pensava ele - porque, em vez de se acreditar na capacidade de recuperação da estrutura militar, pretendia-se introduzir um processo de «reivindicação sindical» que desarticularia a instituição»[13]. Era o bom senso.
Chegados à fase final da politização do seu movimento de massa - no sentido mais pejorativo do termo -, politização da qual se pôs em evidência a trama, os capitães teriam hesitado entre o general Costa Gomes, que eles achavam, não sem razão, mais sensível aos seus fins e que era já o seu conselheiro[14], e o general Spínola[15], para escolherem aquele que seria o chefe do movimento; mas, graças ao seu incontestável prestígio e finalmente graças ao sucesso que obteve o seu livro «Portugal e o Futuro», a escolha caiu no general Spínola.

Logo que venceu o golpe de estado militar de 25 de Abril, o general Spínola tornou-se presidente da junta de «Salvação Nacional», e também presidente da República.
Proclamou-se aos quatro ventos que as forças armadas tinham deposto, sem um só tiro, o «fascismo» em Portugal.
Para os entendidos o «fascismo» é um regime totalitário, portanto um regime ditatorial, que, entre outras características fundamentais, tem a seguinte:
O regime fascista é sustentado pelo exército, pela força das armas, que, adquirem a preponderância política. Pôr-se-á portanto o problema de saber qual era a espécie de fascismo que as forças armadas depuseram em Portugal, já que não dispunha do seguro aparelho militar de que dispõem todos os fascismos, e não eram politizadas e, que começara já há muito tempo a esforçar-se por pôr o exército à margem da política e do governo da Nação. Propaganda comunista usada para instrumentalizar os incautos.

Com efeito «a partir da promulgação da Constituição Política de 1933 o Dr. Salazar procurou sempre afastar as Forças Armadas da acção política, embora mantendo um militar na Presidência da República como elemento de contacto e como fiador da observância da doutrina do regime»[16]. Esta estratégia era absolutamente oposta aos métodos fascistas, e comunistas, em que a carreira militar, pelo papel que tem na própria defesa dos regimes fascistas, e comunistas, não pode deixar de ser materialmente atraente, bem paga. Havia, certamente, uma polícia política, a «Polícia Internacional e de Defesa do Estado», e mais tarde a «D.G.S.», mas em caso de oposição entre a polícia política e o exército, não se pode de maneira nenhuma dizer que este predominava sobre primeira. É que Salazar contava com o seu prestígio pessoal.
Angola era, então, um grande país, pacífico, próspero e muito rico, em que as populações de todas as cores e etnias confiavam firmemente nas forças armadas a que tinha sido entregue a sua defesa.
Logo após o 25 de Abril, porém, as fronteiras foram franqueadas ao inimigo, os europeus e movimentos que lhes eram afectos foram desarmados, e permitida a livre entrada de tropas e armas para os movimentos terroristas ao mesmo tempo que se determinava, unilateralmente, um cessar fogo que, no dizer de um dos mais proeminentes vultos do movimento, correspondia a renunciar a ganhar a paz aceitando perder a guerra.

Nessa altura a FNLA passou a ser abertamente abastecida e municiada pelo Zaire, pelos Estados Unidos, e pela China, a UNITA pela Zâmbia e pela China. O MPLA - comunista - passou a ser abastecido pelas forças armadas portuguesas e pelos países comunistas»[17].
Tudo se passou ao mesmo nível de traição na Guiné portuguesa e em Moçambique, e, de uma maneira mais discreta, ainda que com a mesma significação no plano moral, em Cabo Verde e em Timor[18], como em S. Tomé e Príncipe (territórios onde nem sequer havia terrorismo).
A FNLA - que sucedeu à UPA de sinistra memória - agonizava em pequenos redutos montanhosos do Congo, abandonada pela população, vivendo de abastecimentos e municiamentos que à custa de dificuldades sem conta que o Zaire lhe fazia chegar às mãos. No Leste, pouco povoado, fugindo à animosidade da população local e às forças do exército a UNITA [outro movimento terrorista] arrastava-se de floresta para floresta mercê do auxílio que recebia da Zâmbia. O MPLA [um terceiro movimento terrorista-comunista] tinha umas centenas de simpatizantes na cintura industrial de Luanda.

Normalizar a vida cívica do País implicava, pois, necessariamente, a redução das Forças Armadas ao seu papel de instrumento ou meio de realização dos objectivos nacionais fixados pelos órgãos a que a Constituição desse competência para o fazer»[19].
Assim, contrariamente ao que se passa nos regimes comunistas e nos regimes verdadeiramente fascistas, que não podem subsistir sem a força brutal de um exército ao seu serviço e, por conseguinte, bem paga, em Portugal com o fim da guerrilha no Ultramar a carreira militar tinha deixado de ser atraente; «O exército já não constituía uma carreira de promoção social».
Conclui-se que a condição de vida ou de morte de um regime fascista (ou comunista), isto é, a existência de um exército bem pago, não existia já em Portugal, e o governo português tinha-a descurado ao ponto de provocar as reivindicações profissionais donde saiu o golpe de estado. O próprio carácter militar deste golpe de estado confirma-o. Em 25 de Abril de 1974 não havia portanto fascismo em Portugal: o que havia, era um regime que continuava a ser paternalista, e onde não tinha cabimento os partidos esquerdistas-comunista que, por ideologia, é anti-democrático e anti-liberal.

Se o governo do Professor Dr. Salazar se mantinha graças ao seu extraordinário prestígio pessoal, apesar de todas as críticas de que foi alvo, e ele estava politicamente acima de um exército, a razão era do grande prestígio do professor de Coimbra.
Pelo medo que a maioria da Nação tinha do futuro, em face a um crescente domínio no mundo pelo comunismo.
O paternalismo autoritário que, ao mesmo tempo, se esforçava por não precisar do apoio comprado das forças armadas habituadas, em Portugal.
Os espíritos superficiais e facciosos falam, para explicar a facilidade do golpe de estado de 25 de Abril, de um estado fascista «apodrecido»[20]:
Em vez de falarem de o que estava podre, e trágicamente podre, era o exército.

É por isso, ainda, que, tendo transformado um movimento de tipo mercenário num golpe de estado político, as forças armadas enganaram a Nação; porque, apresentando-lhe um programa democrático aberto a todos os partidos e a toda a discussão de ideias, ainda que tendo suas lacunas e seus subterfúgios, as forças armadas nada fizeram democraticamente; tudo foi feito demagogicamente, como em todos os fascismos ou em todos os comunismos. Aliás o programa «prestava-se a ser interpretado de diferentes maneiras»: Que o professor Palma Carlos (chefe do primeiro governo provisório) pediu que se lhe explicasse o sentido da «estratégia antimonopolista» inscrita no programa (uns entendiam-na no sentido neocapitalista, e os outros prestavam-lhe um matriz comunista), ninguém lho soube explicar claramente[21].
Tratava-se de uma ambiguidade intencional ou de ausência de ideias precisas? Um ponto que os militares golpistas desejavam era o de não se permitir partidos políticos, mas somente associações, ou movimentos políticos que, mais tarde, poderiam dar origem a partidos. «Este ponto, aliás, é muito claro no Programa»[22]; adivinha-se, aí, a ideia de manter as forças armadas como árbitro permanente da situação política militar:

No que diz respeito à imprensa, à rádio, à televisão, ao teatro e ao cinema, o programa põe-nos sob controle das forças armadas, criando uma comissão ad-hoc para impedir e punir (e que foi feito, indo até à suspensão ou supressão de jornais) a «agressão ideológica», isto é, toda a crítica perturbando a opinião pública, isto é, oposta aos militares e, por conseguinte proveniente (assim se decretava) «dos meios mais reaccionários». O programa, que rendo parecer democrático, está, no seu conjunto, mal elaborado, cheio de lugares comuns, de enunciados intencionalmente vagos ou incompletos, e demagógicos, de uma esperteza saloia que denuncia bem o fim de fazer dos militares-parasitas os únicos amos e os principais exploradores da Nação e dos trabalhadores explorados em regime totalitário. Mas, sem experiência política e, sem cultura política, não puderam libertar-se dos partidos (naturalmente dos partidos de esquerda que visavam o totalitarismo) e, então, por sua vez, os militares foram os joguetes destes partidos e das suas rivalidades.


E TUDO FOI TRAÍDO: A NAÇÃO, O POVO, E A HISTÓRIA!
E a Nação foi dominada por criminosos e ladrões, transformada neste pandemónio ao mesmo tempo trágico, grotesco e carnavalesco.
Os generais que tinham até então prestígio, pela traição acabaram por serem queimados, e odiados, perderam o carisma, incapazes de salvar o que se poderia ainda salvar! Em todo este processo de traição conduzindo ao 25 de Abril e às suas consequências, é necessário distinguir os militares que bem tiveram consciência da traição cometida, e, foram muitos; os que se deixaram enganar pelas palavras; e os que, sem qualquer convicção política, teriam continuado a olhar sobretudo os seus interesses ligados à Pátria.
A ingenuidade, a fraqueza de carácter e a estupidez de uns, fizeram com que eles fossem pastoreados pela ambição e a astúcia dos outros. Mas a História inexorável julgará a todos segundo as suas responsabilidades e dirá quem, de entre eles, valerá mais.

Os factos, propriamente políticos, que dizem respeito à mudança do regime em Portugal, e ao abandono (e sem dignidade) do Ultramar Português e das populações brancas que o fizeram, interpenetram-se; mas foi este último que deu o golpe decisivo na existência histórica de Portugal. Entendo por existência histórica de um país a sua realidade efectiva na História, com a contribuição que este país deu ou dá à cultura e à civilização. Considerando a dialéctica massa-elite (cap. I) no plano das nações, direi mesmo que, uma Nação de existência histórica é uma Nação-elite, contrariamente às Nações-massas às quais falta relevo suficiente e significação especial na História.

Não quero dizer que uma Nação-massa não possui necessariamente homens-elite capazes de contribuir para o progresso da cultura e da civilização do mundo; mas sem homens-elites que façam valer certas circunstâncias favoráveis, nenhuma atingirá, jamais, o nível de uma existência histórica de Nação-elite.
Portugal, que tinha uma existência histórica, feita e mantida pela vontade, apenas, dos seus heróis e dos seus grandes homens, foi destruída, ao fim de quase mil anos: "pela vontade dos seus pequenos homens, um bando de crápulas, analfabetos – esquerdistas, e traidores - os militares de um exército podre, que colocaram os seus interesses pessoais, ou salariais acima da Pátria".
Os militares do golpe contra o Estado e os seus cúmplices ou comparsas comunistas e socialistas, divulgaram, em Portugal e no estrangeiro, que a guerrilha no Ultramar estava perdida, e para sustentarem essa horrível mentira, invocaram até o general António de Spínola. O que é falso: o general Spínola nunca escreveu tal coisa.
Num dos seus livros publicado em 1972, escreveu: «Numa guerra deste tipo de guerrilha, as forças da ordem ganham-na se a não perderem, assim como a subversão a perde se a não ganhar», e alguns meses antes do golpe de estado, no seu livro «Portugal e o Futuro», escreveu:
«Às Forças Armadas apenas compete, pois, criar e conservar pelo período necessário - naturalmente não muito longo - as condições de segurança que permitirão soluções político-sociais, únicas susceptíveis de pôr termo ao conflito». A verdade é que nas vésperas do golpe de 25 de Abril de 1974, isto é, «no dia 24 de Abril de 1974, o terrorismo em Angola estava definitivamente esmagado.

Reduzindo abruptamente Portugal a um pequeno território da Península Ibérica, arrancando-lhe o mundo geográfico da sua missão cultural e civilizadora, os militares traidores provocaram o traumatismo nacional da sua demissão histórica, o fim da sua existência histórica, em duas palavras: o fim histórico de Portugal.
Vários partidos políticos portugueses associaram-se plenamente a esta traição: os partidos comunistas e o partido socialista. Eles devem ser devidamente estigmatizados.
Outros partidos, praticamente calaram-se perante esta traição: devem ser também devidamente chamados ao julgamento da História.


Notas:
[1] Avelino Rodrigues, Cesário Borga, Mário Cardoso, O Movimento dos Capitães e o 25 de Abril (Lisboa, Moraes, 1975), p.332-n.
[2] Sanches Osório, El engaño del 25 de Abril en Portugal (Madrid, Sedmay Ediciones, 1975), p. 23.
[3] Documentos difundidos no mês de Julho de 1973
[4] Anexo à circular de 23 de Outubro de 1973
[5] Exposição dos capitães da Guiné portuguesa, datada de 28 de Agosto de 1973 e dirigida ao presidente da república (Américo Tomás), ao presidente do conselho (Marcello Caetano) e a outros membros do governo. A palavra «perenidade», no texto, refere-se, para ter um sentido, à palavra «Nação» e não a «conflito». Os actuais militares portugueses vindos dos cadetes da academia militar, não sabem, em geral, escrever.
[6] Vid. entrevista de Otelo Saraiva de Carvalho in «Expresso» (Lisboa, 27 de Julho de 1974).
[7] Sanches Osório, ibid., pág. 25.
[8] Id., ibid., pág. 50.
[9] Marcello Caetano, Depoimento (Rio de Janeiro - São Paulo, Record, 1974), pág. 202.
[10] A. Rodrigues, C. Borga, M. Cardoso, O Movimento dos Capitães e o 25 de Abril (Lisboa, Moraes, 1975), pág. 19.
[11] Marcello Caetano, Depoimento (Rio de Janeiro - São Paulo, Record, 1974), p. 187. - O livro do prof. Marcello Caetano, do qual eu tiro estas notas, respira a verdade dos factos e a honestidade. Rara mente um vencido escreveu um depoimento tão sereno como o do prof. Marcello Caetano; não contém uma única palavra onde trans pareça ódio contra os seus adversários; a palavra mais dura que aí se pode encontrar é a que se refere ao secretário-geral do partido socialista português: era «um apagado advogado… Mário Soares, de seu nome, não representava grande coisa no País - salvo a influência das forças estrangeiras que o manobravam». Depoimento é um livro cheio de interesse histórico escrito por um verdadeiro português e patriota: não se o pode negar, se se quiser ser honesto, mesmo que não se esteja de acordo com as ideias políticas do seu autor.
[12] A. Rodrigues e outros, ibid., p. 269. - Este livro é perfeita mente favorável ao movimento reivindicativo dos capitães, mas o que importa são a exactidão das datas e a objectividade dos factos para uma interpretação objectiva.
[13] A. Rodrigues e outros, ibid., pág. 273.
[14] Id., ibid., pág. 274.
[15] Id., ibid., pp. 333-4.
[16] Renzo De Felice, Comprendre le Fascisme, trad. do italiano por Marc Baudouy (Paris, Seghers, 1975), pág. 25.
[17] Albert-Alain Bourdon, Histoire du Portugal (Paris, P.U.F., 1970), pág. 116.
[18] Marcello Caetano, ibid., p. 202.
[19] A. Rodrigues e outros, ibid., p. 15.
[20] Sanches Osório, El Engano del 25 de Abril en Portugal (Madrid, Sedmay Ediciones, 1975), p. 53.
[21] Id., ibid., p. 53.


Rogéria Gillemans






A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS DE SANGUE E O DRAMA DO POVO DE PORTUGAL !

                               
                                COMUNISMO/SOCIALISMO  OU O MUNDO DO CRIME?
Os Exércitos foram Constituídos para defenderem e protegeram as suas Nações e os seus povos, dos algozes inimigos e terroristas, nunca para virarem armas contra o seu povo e a sua Nação, a favor do inimigo!

A soldadesca de Abril, estas imagens não se trata de uma qualquer encenação para teatro de comédia ou simulação de uma qualquer guerra para filme de 2 euros de televisão (portuguesa), é a criminosa e ao mesmo tempo Lírica "Revolução dos Cravos" explorada pelos abutres, da qual resultou a destruição, em tempo recorde, de uma grande Nação secular, e o genocídio de milhões de seres humanos "portugueses" pela Constituição da Nação:



                               

 E OS QUE VIERAM A SEGUIR:

  Vasco Gonçalves o camarada  que passou das consultas em psiquiatria 
no Hospital Júlio de Matos em Lisboa, a primeiro-ministro.

Nocivos Criminosos:  Soares socialista /marxista; Alvaro Cunhal marxista/leninista:
 Retornados do Crime e para o Crime, abortados e impostos pela "revolução dos cravos".

 Alvaro Cunhal marxista/leninista; Mário Soares socialista/marxista: 
 Retornados a Portugal na crista da onda vermelha, vindos de Moscovo e de Paris: 
A seguir à chamada "revolução dos cravos" retornaram a Portugal para darem largas a prática dos Crimes, que lhes era  usual, durante os seus arraiais (diários)  inflamavam vontades em praça pública proclamando a propaganda satânica comunista e socialista marxista, davam ênfase à instigação ao ódio, à desordem, aos assaltos, aos saques, às expropriações dos bens de particulares, aos saneamentos dos trabalhadores nas empresas públicas e nas privadas, às greves. Bramando como furacões raivosos que tudo devastam à passagem, a favor da entrega dos territórios de Portugal à Rússia, no incitamento ao genocídio e à terrificante guerra fratricida, para assim lhes ser facultada a usurpação das riquezas de Angola,  mesmo que sobre sangue, sobre as vidas de milhares de portugueses destruidas, e sobre os cadáveres de milhões de vítimas até então portugueses.

Os propagandistas do caos, da miséria, da fome, da morte, e dos projectos revolucionários, que disfarçam oportunistas, assassinos e psicopatas. A esquerda prega a justiça, a paz, e semeia os crimes, o caos e a morte, intencionalmente, como um caminho, como um método, como uma técnica. Sempre justificada pela frase: "Os fins justificam os meios". Esta é uma das frases mais terríveis que já li. Eles dizem mais: "Quem está contra merece morrer", "Não há projecto de esquerda sem fraudes e sem mortes. Sem dor e sangue. Sem violência e inclemência diante de indivíduos inermes e desarmados".




Liberdade ou promíscua imoralidade reprimida pelas leis do Estado Novo na observância do dever nos princípios dos valores da dignidade humana, da decência e da moral. Promiscuidade desejada pela ralé e obtida na esteira da criminosa revolução dos cravos de todos os crimes.


O IMUNDO REVOLUCIONÁRIO, E A BANDEIRA DE PORTUGAL!  
  
        Nos seus maus aspectos falhos de asseio e de míseros bandoleiros não se lhes reconhece:
 Inteligência, Brio, Honra, Coragem, Lealdade, Respeitabilidade, Honorabilidade, nem Patriotismo! 
"Desses" serve como exemplo este imundo bandoleiro saído de Abril, e imposto por uma insurreição militar ao povo português de Angola, transportando debaixo do braço, como se fora um qualquer trapo, a Bandeira da Nação que flutuava no alto da Fortaleza de São Miguel em Luanda. Cumprindo fielmente a imagem da bandalheira, do crime contra a Pátria e a falta de respeito na prática criminosa exercida contra a mesma e os seus povos. Em Angola, terra de Portugal há cinco séculos, nunca a Bandeira foi tão enxovalhada, o povo português de Angola de todas as raças e credos, civis ou militares idolatravam a Bandeira como símbolo da Pátria pela qual lutaram e morreram.



 UM PEQUENO EXEMPLO DE COMO OS CRIMINOSOS DE ABRIL
LEVARAM PORTUGAL À RUÍNA:
Se um fotógrafo é capaz de captar a "índole" das pessoas, sem dúvida, alguma, que o autor desta foto é um excelente profissional. A foto espelha o retrato de um néscio, de um indivíduo desprezível (mestre no tráfico, e lavagem de dinheiro), de um torpe de baixa condição moral, que viveu às custas de outrem para obter lucros indevidos ou de forma ilícita, e que se aproveitou de todos os portugueses contribuintes: Desde sempre se vendeu, e desde sempre o que conseguiu foi à custa de outros: Nada é dele, e a ele nada lhe pertence.

O CONTRABANDO E LAVAGEM DE DINHEIRO DA CIA:
Na VPRO uma emissora de televisão holandesa, a 12 de Maio de 2013, passou uma reportagem onde desenha o tráfico do dinheiro para Mário Soares/PS, com origem na CIA e na Máfia da China. 

Entrada da NPO, onde a sua associada, VPRO, transmite as reportagens.



Andere Tijden o responsável pelo documentário na VPRO, enviou um repórter a Lisboa para entrevistar o homem que recebeu dinheiro negro, ilegal, Mário Soares, para comprar o poder, à pergunta do repórter sobre esse contrabando de dinheiro, respondeu: "se agora querem dizer que era dinheiro ilegal, que digam o que quiserem". (Agora, tal como Ontem, os actos criminosos têm a mesma qualificação, e têm o mesmo significado). 

A transmissão da VPRO avivou memórias e informou a nova geração sobre esta associação de malfeitores CIA/Mário Soares que de modo abusivo e criminoso se serviram de território da Nação Holandesa para o crime de contrabando de dinheiro, envolvendo políticos da Alemanha "Willy Brandt", e "Harry Jacob van den Bergh" da Holanda que abandeou-se a esta gente de má nota. 
No ano 1987 Harry Jacob van den Bergh o correio do dinheiro sangue/CIA, fazia parte do grupo parlamentar do PvdA, quando este crime se tornou público e o escândalo rebentou ele foi obrigado a abandonar o Parlamento, após pedido de desculpas ao Parlamento e ao povo holandês, porque ele havia caído em descrédito e, foi titulado pelos holandeses de: - “Oud-PvdA-Gangster-politicus”, “Velho-PvdA-Gangster-Político”, e o PvdA (Partido Trabalhista, da Esquerda) holandês, foi estigmatizado, por ter tido entre os seus homens quem se prestasse a colaborar com este contrabando da CIA para o corrupto português Mário Soares. 

 O Povo Holandês na sua soberania é absoluto, os seus políticos devem-lhe "credibilidade, honestidade, transparência, eficiência, o respeito à dignidade, e a obediência às Leis" porque, "os assuntos do Estado é o povo, e o povo é o Estado", este caso crime do contrabando de dinheiro CIA para o corrupto Mário Soares, ficou marcado indelével na memória do povo holandês, dentro destes valores, e mais uma vez, a reacção nos países do norte da Europa contra este crime, em especial na Holanda, não se fez esperar: na Imprensa, no Facebook, Sites, Blogs, etc... onde os holandeses não pouparam fortes críticas, dando origem a uma nova campanha contra o PvdA. 

 O De Volkskrant e outros Jornais Holandeses descrevem, esse crime, assim: 

 "Harry van den Bergh no contrabando de dinheiro da CIA para português camarada comprar o poder, a caridade pode encontrar simpatizantes estrangeiros. E Van den Bergh foi o correio deste trabalho perigoso, sujo e ilegal".
O ex-político trabalhista Harry J. van den Bergh com "desconhecimento" em 1974 foi agente da CIA para contrabandear dinheiro ilegal para Mario Soares. A esquerda gosta de dinheiro, de preferência dinheiro de sangue e da trituração". 

 Harry van den Bergh era secretário internacional do Partido Trabalhista (PvdA). Através de um colaborador próximo de Willy Brandt, foi abordado para acção de apoio. Ele "pensou" que foi contratado por Willy Brandt, líder do SPD alemão, mas na realidade, o dinheiro veio de os EUA. Van den Bergh encontra o programador e ouve supostamente a primeiro intromissão norte-americana, "Eu já sei onde você quer ir." Ele courier, Kissinger. Ele "agente" da CIA. Essa mesma CIA que um ano antes, derrubou, e alguns anos depois matou, o socialista/marxista chileno Salvador Allende.
 (Veja Steve Brown: "rotas de contrabando e lavagem de dinheiro") 

 Willy Brandt não devia permanecer no serviço de bordo. É uma tarefa perigosa e ilegal e criminosa, que é contrária à Lei Internacional. Mas para a caridade pode encontrar um gangster-estrangeiro disposto a tudo, e Van den Bergh do PvdA foi o mensageiro preparado. Colocou o dinheiro em uma subsidiária do Banco Holandês, em Amsterdam, na qual «por seis ou sete vezes» levantava as notas, transportando esse dinheiro, clandestinamente, nas «sete viagens» realizadas para o efeito a Lisboa, sendo esperado no aeroporto e encaminhado para o Hotel Ritz onde fazia a entrega das maletas com o dinheiro. 

 Harry Jacob van den Bergh antes do primeiro voo para Portugal pede segurança ao primeiro-ministro holandês, Joop den Uyl. e ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Max van der Stoel, genuinamente informado. Joop den Uyl e Max van der Stoel, ambos do PvdA, tranquilizaram-no, mas oficialmente, não sabem nada, é claro. Esse envolvimento é contrário à lei Internacional. Até mesmo para um diplomático é um estatuto criminal por correio de dinheiro ilegal. 
 Arthur Hartmann, (secretário de Estado adjunto para os Assuntos Europeus e Canadenses) então secretário de Estado de Henry Kissinger divulgou que o dinheiro era da CIA: 

 Harry Jacob van den Bergh na entrevista à VPRO, a 12 de Maio de 2013, sobre a divulgação de Arthur Hartman, respondeu: "Se era dinheiro da CIA, no momento desconhecia a sua proveniência, se algumas pessoas pensam agora que eu era um agente da CIA, não é o caso. Na realidade, ele sabia exactamente de onde veio o dinheiro sangue, mas não se atreve a denunciar, sob pena de estatuto diplomático criminal por correio de contrabando de dinheiro ilegal, sob pena de perda de subsídio, e perda de concessão da actividade que desempenha".


Harry Jacob van den Bergh - Willy Brandt.     
                               
Holanda, 31 de  Junho de 1975, no Aeroporto de Schiphol. Lado esquerdo Ed Van Thijn, à época, líder do PvdA (Partido Trabalhista) holandês. Ao centro o corrupto Mário Soares, neste caso, comprado pela CIA.  Lado direito o judeu  Harry Jacob van den Bergh, à época, secretário do PvdA. 

A VPRO, na transmissão de Maio de 2013, também, fez referência aos milhões de dólares de Macau recebidos por este homem. Numa das passagens desta reportagem, constava, ele com os chineses na entrega das malas, a sua entrada para o avião com  as respectivas malas e a sua trupe.

- Contrabando e lavagem do dinheiro Sangue da CIA, o tráfico de diamantes e marfim de Angola, entre outros crimes,  artigo completo em: "MÁRIO SOARES OU, A AMÁLGAMA DE UM BASTARDO!" no Blog "ANGOLA TERRA NOSSA"- 

A VPRO é uma Emissora holandesa, foi Fundada a 29 de Maio de 1926. Com alto nível de audiência. Liberal-protestante (originalmente), é um portador pioneiro, inovador, de uma forma muito pessoal, de programas liberais. Com uma vasta equipa de competentes profissionais. 
Transmitida no (s) Canal (s) de Televisão NPO 1, 2, 3
Estação (s) Radio, Radio 1 NPO, 3FM NPO, NPO Radio 4, Radio 5 NPO, NPO Radio 6.
O nome V.P.R.O. foi modificada em VPRO para indicar que o significado original das letras foi finalmente lançado. O nome registrado é agora Broadcasting Company VPRO.


Hilversum, Instituto Holandês de Imagem e Som. Os edifícios dos canais Estatais (excepto os canais comerciais e regionais) de televisão holandesa.



CRIMINOSOS DA MESMA ESTIRPE
 
No ano 1975 recebeu em Lisboa, Nicolae Ceausescu, o facínora ditador da Romênia Socialista,
 a quem admirava e chegou apresentar como modelo a seguir, para Portugal!


Ele, o Criminoso Apátrida, aludiu a possibilidade de "Genocídio em Angola", desfalcou os cofres do Estado, como lacaio foi de grande utilidade ao serviço dos países estrangeiros, aos quais, empenhou uma Nação pertença de milhões de portugueses!


Os gastos exorbitantes e as viagens aquando “presidente :
Um pequeno resumo, do muito, de onde foram gastos milhões dos impostos dos contribuintes portugueses e dos dinheiros dos cofres do Estado, só em viagens, milhões gastos gratuitamente, servindo unicamente para que ele se passeasse pelo mundo.

1986
11 a 13 de Maio - Grã-Bretanha;  06 a 09 de Julho - França ;  12 a 14 de Setembro - Espanha
17 a 25 de Outubro - Grã-Bretanha e França;  28 de Outubro - Moçambique;  05 a 08 de Dezembro - São Tomé e Príncipe;  08 a 11 de Dezembro - Cabo Verde.

1987 
15 a 18 de Janeiro - Espanha;  24 de Março a 05 de Abril - Brasil;  16 a 26 de Maio - Estados Unidos;  13 a 16 de Junho - França e Suíça;  16 a 20 de Outubro - França;  22 a 29 de Novembro - Rússia;  14 a 19 de Dezembro - Espanha;  15 a 18 de Janeiro - Espanha;  24 de Março a 05 de Abril - Brasil; 
16 a 26 de Maio - Estados Unidos;  13 a 16 de Junho - França e Suíça;  16 a 20 de Outubro - França; 
22 a 29 de Novembro - Rússia;  14 a 19 de Dezembro - Espanha. 

1988
8 a 23 de Abril - Alemanha;  16 a 18 de Maio - Luxemburgo;  18 a 21 de Maio - Suíça;  31 de Maio a 05 de Junho - Filipinas;  05 a 08 de Junho - Estados Unidos;  08 a 13 de Agosto - Equador;  13 a 15 de Outubro - Alemanha;  15 a 18 de Outubro - Itália;  05 a 10 de Novembro - França;  12 a 17 de Dezembro - Grécia. 

1989 
19 a 21 de Janeiro - Alemanha;  31 de Janeiro a 05 de Fevereiro - Venezuela;  21 a 27 de Fevereiro - Japão;  27 de fevereiro a 05 de Março - Hong-Kong e Macau;  05 a 12 de Março - Itália;  24 de Junho a 02 de Julho - Estados Unidos;  12 a 16 de Julho - Estados Unidos; 17 a 19 de Julho - Espanha;  27 de Setembro a 02 de Outubro - Hungria;  02 a 04 de Outubro - Holanda;  16 a 24 de Outubro - França;  20 a 24 de Novembro - Guiné-Bissau;  24 a 26 de Novembro - Costa do Marfim;  26 a 30 de Novembro - Zaire;  27 a 30 de Dezembro - República Checa.  

1990 
15 a 20 de Fevereiro - Itália;  10 a 21 de Março - Chile e Brasil;  26 a 29 de Abril - Itália;  05 a 06 de Maio - Espanha;  15 a 20 de Maio - Marrocos;  09 a 11 de Outubro - Suécia;  27 a 28 de Outubro - Espanha;   11 a 12 de Novembro - Japão. 

1991 
29 a 31 de Janeiro - Noruega;  21 a 23 de Março - Cabo Verde;  02 a 04 de Abril - São Tomé e Príncipe; 
05 a 09 de Abril - Itália;  17 a 23 de Maio - Rússia;  08 a 11 de Julho - Espanha;  16 a 23 de Julho - México;  27 de Agosto a 01 de Setembro - Espanha;  14 a 19 de Setembro - França e Bélgica;  08 a 10 de Outubro - Bélgica;  22 a 24 de Novembro - França;  08 a 12 de Dezembro - Bélgica e França. 

1992 
10 a 14 de Janeiro - Estados Unidos;  23 de Janeiro a 04 de Fevereiro - India;  09 a 11 de Março - França;  13 a 14 de Março - Espanha;  25 a 29 de Abril - Espanha;  04 a 06 de Maio - Suíça;  06 a 09 de Maio - Dinamarca;  26 a 28 de Maio - Alemanha;  30 a 31 de Maio - Espanha;  01 a 07 de Junho - Brasil; 
11 a 13 de Junho - Espanha;  13 a 15 de Junho - Alemanha;  19 a 21 de Junho - Itália;  14 a 16 de Outubro - França;  16 a 19 de Outubro - Alemanha;  19 a 21 de Outubro - Áustria;  21 a 27 de Outubro - Turquia;   01 a 03 de Novembro - Espanha;  17 a 19 de Novembro - França;  26 a 28 de Novembro - Espanha;  13 a 16 de Dezembro – França.  

1993  
17 a 21 de Fevereiro - França; 14 a 16 de Março - Bélgica;  06 a 07 de Abril - Espanha;  18 a 20 de Abril - Alemanha;  21 a 23 de Abril - Estados Unidos;  27 de Abril a 02 de Maio - Grã-Bretanha e Escócia; 
14 a 16 de Maio - Espanha;  17 a 19 de Maio - França;  22 a 23 de Maio - Espanha;  01 a 04 de Junho - Irlanda;  04 a 06 de Junho - Islândia;  05 a 06 de Julho - Espanha;  09 a 14 de Julho - Chile;  14 a 21 de Julho - Brasil;  24 a 26 de Julho - Espanha;  06 a 07 de Agosto - Bélgica;  07 a 08 de Setembro - Espanha; 
14 a 17 de de Outubro - Coreia do Norte;  18 a 27 de Outubro - Japão;  28 a 31 de Outubro - Hong-Kong e Macau. 

1994 
02 a 05 de Fevereiro - França;  27 de Fevereiro a 03 de Março - Espanha (incluindo Canárias); 
18 a 26de Março - Brasil;  08 a 12 de Maio - África do Sul (Tomada de posse de Mandela); 
 22 a 27 de Maio - Itália;  27 a 31 de Maio - África do Sul;  06 a 07 de Junho - Espanha;  12 a 20 de Junho - Colômbia;  05 a 06 de Julho - França;  10 a 13 de Setembro - Itália;  13 a 16 de Setembro - Bulgária;  16 a 18 de Setembro - França;  28 a 30 de Setembro - Guiné-Bissau;  09 a 11 de Outubro - Malta;  17 a 18 de Outubro - Letónia;  18 a 20 de Outubro - Polónia;  09 a 10 de Novembro - Grã-Bretanha;  15 a 17 de Novembro - República Checa;  17 a 19 de Novembro - Suíça;  27 a 28 de Novembro - Marrocos;  07 a 12 de Dezembro - Moçambique;  30 de Dezembro a 09 de Janeiro - Brasil. 

1995 
31 de Janeiro a 02 de Fevereiro - França;  12 a 13 de Fevereiro - Espanha;  07 a 08 de Março - Tunísia; 
06 a 10 de Abril - Macau;  10 a 17 de Abril - China;  17 a 19 de Abril - Paquistão; 07 a 09 de Maio - França;  21 de Setembro - Espanha;  23 a 28 de Setembro - Turquia;  14 a 19 de Outubro - Argentina e Uruguai;  20 a 23 de Outubro - Estados Unidos;  27 de Outubro - Espanha;  31 de Outubro a 04 de Novembro - Israel; 
04 e 05 de Novembro Faixa de Gaza e Cisjordânia ... (foi cumprimentar os seus protegidos  palestinos);
05 e 06 de Novembro - Cidade de Jerusalém;  15 a 16 de Novembro - França; 
17 a 24 de Novembro - África do Sul …?  (nunca foi esclarecida esta viagem);
24 a 28 de Novembro - Ilhas Seychelles; 
04 a 05 de Dezembro - Costa do Marfim …? (nunca foi esclarecida esta viagem);
06 a 10 de Dezembro - Macau  (para controlar se ainda exista algum património para transportar em malas );
11 a 16 de Dezembro - Japão.

1996 
 08 a 11 de Janeiro - Angola ( na era dos Diamantes e do Marfim).

Durante os anos que ocupou o Palácio de Belém, Mário Soares visitou 57 países (alguns várias vezes como por exemplo Espanha que visitou 24 vezes e a França 21 vezes), percorrendo no total 992.809 Kms o que corresponde a 22 vezes a volta ao mundo.
Desde o dia 25 de Abril de 1974 nada foi a bem e para o bem do povo e da Nação !


Nicolae Ceaușescu Presidente da Romênia Socialista, e Elena Ceaușescu Vice-Primeira-Ministra da Romênia Socialista, também, instituiu o culto da sua pessoa convertendo-se numa figura popular para domínio do poder e do povo, e, tal, como o seu congénere português instituiu a corrupção durante a sua Ditadura.  


OS BASTARDOS DE ABRIL E A AGONIA DE PORTUGAL.

São eles, os bastardos de Abril, a causa da ruína de Portugal;
São eles, os bastardos de Abril, os representantes do poder apátrida que desbaratam o património público e que hoje fustigam o povo, que roubam a dignidade ao povo e envergonham Portugal. Que enriqueceram e usufruem de elevadíssimos salários. Que se instalaram no poder por golpe criminoso e dominam a sociedade e o estado português. Que a cada dia, a cada semana, a cada mês, e a cada ano que passa o cenário social, económico e político transfigura-se no espectro da corrupção, dos crimes, do desemprego, do desespero, da pobreza, da fome, e de um futuro que não se consegue divisar! 
São eles, os bastardos de Abril, terroristas, corruptos, velhacos, e assassinos: Do Crime de Traição contra a Pátria e o povo, do abandono e genocídio dos povos de Portugal das províncias ultramarinas, dos assaltos há mão armada, das expropriações, das prisões arbitrárias, das torturas físicas e psíquicas praticadas a pacíficos e honrados cidadãos portugueses nas cadeias de Abril, dos roubos, da desonestidade, dos subornos, da imoralidade, das burlas, dos compadrios, das fraudes, das conivências nos crimes, da promiscuidade, das falsidades, das mentiras, das incompetências, das aberrações. 
Intentaram  iludir o povo para esconderem os seus crimes, pretenderam mascarar os acontecimentos e factos com qualificação de carácter contrária há realidade, qualificando, para tal, como colonialistas um só povo ( nas suas próprias terras) das províncias ultramarinas, sendo estes criminosos de Abril os verdadeiros colonialistas que nada construíram, nada produziram a bem da Nação e dos povos, que no ócio deambulavam pelos becos de Moscovo, saltitavam entre revistas e jornais em quiosque de rua por Paris ou  vagabundeavam pelos cantos dos quartéis de Lisboa urdindo maquiavelicamente os crimes contra a Nação, enquanto nas províncias portuguesas do Ultramar os portugueses de todas as raças e credos construíam um Portugal Maior com o esforço árduo do seu trabalho, e com o fruto do seu suor  davam alimento aos criminosos da revolução. 
Que convenientemente qualificaram de retornados (e não como refugiados) os portugueses brancos das províncias do Ultramar que, contra a sua vontade tiveram que abandonar terra, vida, as suas raízes, identidade, e todos os seus pertences para fugirem à terrificante guerra civil fomentada e instigada pelos criminosos apátridas que delapidaram o património de Portugal,.
Roubaram, enriqueceram ilicitamente, e criaram fundações com os dinheiros dos cofres do Estado, sendo esses os únicos e verdadeiros retornados, vindos do estrangeiro de sua de livre vontade para participaram activamente nos crimes e na destruição da Nação. 
 São os mesmos que completaram a obra hipotecando ao estrangeiro o que restou desse Portugal, e que de mão estendida aos dinheiros dos países estrangeiros, ainda se têm pervertido. 
Portugal e o seu povo, vá, como vá, pouco ou nada lhes importa, porque, eles, os bastardos de Abril, estão servidos o quanto pretenderam. Para estes, Abril, de trágica memória, teve o nome de flor Vermelha para que nada pudesse ser como dantes. 
E Nada, Absolutamente, Nada,  Voltará a Ser o que Foi. 
Porque a onda de terror, de destruição e de morte que varreu Portugal do Minho a Timor tem nome ímpio " Revolução Comunista dos Cravos".



PORTUGAL ATRAIÇOADO




 Pátria minha, descarta o manto negro que a barbárie colocou
sobre os teus nobres ombros !
Vi pungirem-te a ferro e fogo pela mão de verdugos apátridas
fazendo-te instrumento de vingança cruel, 
empunhando a espada da morte desventrando o teu ser 
puseram a acha do poder 
E fúnebres ciprestes formaram o teu dossel.

E logo os teus verdadeiros filhos, aqueles que por ti davam a vida ... 
Viste-os proscritos, errabundos, em luto a divagar, 
olhando o céu cansados de chorar !
Deixa Pátria amada que os ventos ruidosos da tua destruição 
misturem os meus hinos de prazer e orgulho celebrando a tua ditosa 
e contentamento do teu passado de grande Nação,
mas lamentarei contigo o teu cruel padecer. 

Levanta-te já do pó!... E entoa o hino da liberdade...
Empunha a tua bandeira feita de purpúrea, de esperança e de glória,
Desfralda aos ventos o teu passado teu lauro e a tua história. 
Teus filhos como Fénix renascidos abraçam-te 
e juram devolver-te a tua Augusta Dignidade! 
Entre eles não existem traidores, nem servos, nem tiranos ! 
 Pátria idolatrada, cingida de Glória,
 teu passado soberano te guardará a História ! 
                       
                         
                              

Poema de, Rogéria Gillemans.
  Registado no Ministério da cultura - Inspecção Geral das Actividades Culturais, I.G.A.C. – Processo N°3089/2009 !